<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834</id><updated>2012-02-06T20:17:18.590-08:00</updated><title type='text'>Blogue do Professor Cleiton</title><subtitle type='html'>Mestre em Letras e Linguística pela UFG, compositor e roteirista</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>60</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-3073513485897375376</id><published>2011-06-07T15:54:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T16:09:43.384-07:00</updated><title type='text'>Gramática no Popular: dois pesos, duas medidas!</title><content type='html'>Diante da adoção do livro de Língua Portuguesa &lt;em&gt;Por uma vida melhor&lt;/em&gt;, aprovado e recomendado pelo MEC, em cujas páginas se encontra a defesa do uso oral da língua, no qual sentenças como “nois compra o livro” são consideradas “legítimas”, em vez de serem consideradas “erros”, dezenas de pessoas se arvoraram contra a decisão do órgão federal e se posicionaram, principalmente na imprensa escrita, de forma contundente, como se vê no artigo &lt;em&gt;Deformação do idioma?&lt;/em&gt; (edição de 07/06/2011), de Armando Acioli, ferrenho e habilidoso articulista do &lt;strong&gt;Popular&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;Em bom e alto som, Acioli discorda veementemente do MEC, em especial do seu representante executivo, o ministro Fernando Haddad, quanto à escolha do material didático, já que, segundo o articulista, o vernáculo sofre um duro golpe no livro, sobretudo com relação ao que será apreendido pelos alunos em sala de aula. &lt;br /&gt;É bom que se diga que o ensino de língua materna é objeto de estudo há muitos anos nas faculdades de Letras do País (da década de 1970 para cá, para ser mais exato). Verdade seja dita que esses estudos, nem sempre, chegam, com precisão ou como gostariam os estudiosos, às salas de aula. Muitos professores de Português, formados até mesmo em instituições de renomado saber científico, como USP e Unicamp, têm seriíssimas deficiências de conteúdo, o que atesta o grande número de alunos dos ensinos fundamental e médio (sobremaneira, do ensino público) de péssimo rendimento educacional, quando se trata de produção de texto escrito.&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, o curioso dessa discussão toda é que, na mesma edição em que Armando Acioli dispara contra o ministro da Educação, a despeito das lições controversas do famigerado &lt;em&gt;Por uma vida melhor&lt;/em&gt;, a jornalista Carla de Oliveira, na matéria &lt;em&gt;Presos fogem de delegacia lotada&lt;/em&gt;, comete, segundo a visão prescritiva de Acioli, uma sucessão de “erros” de Português. Vamos aos fatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) “Com quatro celas e capacidade para 12 presos, &lt;strong&gt;haviam&lt;/strong&gt; (sic) 52 pessoas detidas no local...”. Veja que o verbo “haver”, nesse caso”, significa “existir”. Portanto, é invariável. O correto é “havia 52 presos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) “Devido &lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt; (sic) superlotação...”. A regência de “devido” exige o acento grave (marcador da crase) no “a”. O correto é “Devido &lt;strong&gt;à&lt;/strong&gt; superlotação...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) “...onde um portão dá acesso &lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt; (sic) área de banho de sol...”. Novamente, outro “erro” de regência. O correto é “... dá acesso &lt;strong&gt;à&lt;/strong&gt; área...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) “No momento da fuga, haviam (sic) três policiais civis”. Como dito, o verbo “haver”, “nesse caso”, é impessoal, não concorda com nenhum sujeito. Portanto, o correto é “...havia três policiais civis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei que poderia ser lapso da autora na hora de digitar. Mas, não! Como houve recorrência de “erros”, trata-se de desconhecimento da regra de concordância verbal e de regência. E olhe que essa quantidade excessiva de “erros” (para o desespero ufanista de Armando Acioli) foi encontrada apenas nos dois parágrafos iniciais da matéria.&lt;br /&gt;Fica claro, como se vê, que a noção de boa escrita atrelada ao domínio de regras da gramática normativa não é tão simples como parece acreditar Armando Acioli. A jornalista Carla de Oliveira tem formação superior, pertence a um número reduzido de pessoas que vivem exclusivamente da linguagem escrita (ao que parece, a moça é jornalista de formação). Nem por isso, ela deixou de “infringir” a gramática normativa e, na visão de Acioli, “deformar o idioma (...), violentar o vernáculo e afrontar o civismo nacional”. Devagar com o andor, jornalista! &lt;br /&gt;Particularmente, tenho gigantescas ressalvas em relação a posições extremas de alguns linguistas, como Marcos Bagno da UnB, mas não deixo de as ter, com igual valor, em relação a pessoas que pensam que o ensino de Língua Portuguesa deva se restringir a um punhado de regrinhas de concordância, regência, virgulação etc.&lt;br /&gt;O nobilíssimo jornalista Armando Acioli deveria, sem ressentimentos, exigir do Popular contratação imediata de revisor (ou revisores), para que os tão temidos “erros” de Português, comuns nas edições diárias, não entrem em conflito com o que foi defendido e combatido no já mencionado artigo &lt;em&gt;Deformação do idioma?&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Afinal de contas, o revisor cuida da parte fundamental do texto escrito: a adequação, no caso do jornal impresso, ao padrão formal culto da língua e/ou à padronização de estilo, tão cara e necessária aos veículos de comunicação de notória contribuição à cultura letrada do País. Ou o cuidado textual de uma edição jornalística não passa pelas mãos, não menos redentoras, do revisor, Acioli?! Com a palavra, os editores do Popular.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Por gentileza, caríssimo editor, publique este texto como artigo, e não como carta do leitor. Ah! Deixe a escrita “seriíssima”, com dois “is”, também. Grato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-3073513485897375376?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/3073513485897375376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=3073513485897375376&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/3073513485897375376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/3073513485897375376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2011/06/gramatica-no-popular-dois-pesos-duas.html' title='Gramática no &lt;strong&gt;Popular&lt;/strong&gt;: dois pesos, duas medidas!'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-8532111333392838603</id><published>2011-06-06T07:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T08:09:56.369-07:00</updated><title type='text'>Por um mundo melhor (ou pior, depende do caso!)</title><content type='html'>Acordei meio azedo. E decidi criar a minha própria conspiração. Desta vez, venho a público dizer que os preconceitos tomaram de assalto as entranhas do MEC. Depois do "preconceito linguístico", aguardem os próximos preconceitos. Vamos a eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) &lt;strong&gt;Preconceito higiênico&lt;/strong&gt;: dizer à criança que lavar as mãos, antes das refeições, é falta de educação e desrespeito à saúde atenta contra os milhões de miseráveis, vítimas que são da falta de comida. Até hoje a fome deles é zeríssima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) &lt;strong&gt;preconceito biológico&lt;/strong&gt;: torna-se inadmissível discutir sexo feminino e sexo masculino. A partir de agora, temos de usar somente o homossexo. Isso evita que garotos e garotas gays sintam-se a&lt;strong&gt;cu&lt;/strong&gt;ados em seus doces lares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) &lt;strong&gt;Preconceito matemático&lt;/strong&gt;: quem não sabe somar precisa aprender que isso não faz falta no dia a dia. Afinal de contas, quando não se tem dinheiro no bolso, dois mais dois podem ser cinco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) &lt;strong&gt;Preconceito geográfico&lt;/strong&gt;: não mais existe "favela". Existe, sim, "comunidade". Ou seja: todos são comuns perante o espaço. Trocando em miúdos: pau é pau, pedra é pedra, traficante é traficante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) &lt;strong&gt;Preconceito físico&lt;/strong&gt;: a queda de energia não pode ser dita para quem não deu conta de pagar a conta no final do mês. Houve, quando muito, ausência de energia por culpa da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, cansei de tanto preconceito. Aliás, por que, até agora, evitei falar de política?! Ah! Já sei: preconceito contra aqueles que se recusam a entender a matemática hedionda do Palocci! Quero ser rico como ele! Em menos tempo, de preferência. Fui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-8532111333392838603?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/8532111333392838603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=8532111333392838603&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/8532111333392838603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/8532111333392838603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2011/06/por-um-mundo-melhor-ou-pior-depende-do.html' title='Por um mundo melhor (ou pior, depende do caso!)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-4490082598328388746</id><published>2011-05-26T06:03:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T06:05:07.324-07:00</updated><title type='text'>Enfim, voltei!</title><content type='html'>Tempo é dinheiro. Dinheiro é o senhor dos momentos. E momento requer cuidado. O cuidado, tomá-lo-ei doravante. Estou de volta. Desta vez, para ficar. Volto aos assuntos prediletos: política, língua, religião, amores. Aguardem-me!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-4490082598328388746?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/4490082598328388746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=4490082598328388746&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4490082598328388746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4490082598328388746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2011/05/enfim-voltei.html' title='Enfim, voltei!'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-239986830279142645</id><published>2010-03-09T12:26:00.000-08:00</published><updated>2010-03-09T12:28:18.531-08:00</updated><title type='text'>Ah! Se eu fosse dois...</title><content type='html'>&lt;em&gt;A minha homenagem ao Dia Internacional da Mulher&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria duas mulheres, amaria duas mães e, ainda por cima, teria quatro amantes. Epa! Amantes dão mais trabalho do que esposa. Teria, sim, o máximo de mulheres especiais ao meu lado: mulher, mãe, filha, sobrinha etcetera e tal.&lt;br /&gt;Natural, pois, que haja um dia especial para as mulheres do mundo (vai que existem mulheres de outro mundo?!). Sei o quanto é ínfimo o tempo dedicado a elas em seu dia. Mas o dia torna-se especial, por serem elas a razão de toda e qualquer ação humana.&lt;br /&gt;Brincadeiras à parte (e que a minha esposa não leia isto!), sou fã incondicional das mulheres, independentemente de estilo: barraqueira, baranga, bela, inútil, amarela, preta, gorda, magra, macérrima, desinibida, sem-vergonha, acanhada, princesa, encapetada, angelical e outras coisas mais...&lt;br /&gt;Hoje 8 de março de 2010, dedico esta crônica a todas as mulheres deste mundo, em especial às que conheço: da esposa às alunas, da mãe às sobrinhas. Estas, em estado de graça, deixam-me muito feliz e muito animado com as perspectivas deste ano que se inicia maravilhosamente bem para os que estão comigo nesta caminhada chamada especialização.&lt;br /&gt;Na Fabec, descobri coisas especialíssimas. Juro que, entre as melhores, as mulheres se sobressaem! Tenho orgulho de trabalhar num ambiente contaminado por mulheres. Graças a Deus, no campo em que atuo (a educação), há mais mulheres do que homens. Estes são meio abestalhados! As mulheres, ao contrário, são dóceis, amáveis, incríveis. Verdade seja dita: algumas sabem, como ninguém, me aporrinhar! Isso é uma constatação inquestionável.&lt;br /&gt;Enfim, quero, neste 8 de março de 2010, saudá-las e desejar toda a felicidade do mundo a vocês. Se mil vidas tivesse, dá-las-ia às mulheres. Afinal de contas, se fui gerado por uma, tenho certeza de que posso ser cuidado por muitas. Um beijo enorme no coração de todas as mulheres que estudam na Fabec. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Um beijo todo especial em minha esposa, sem a qual os meus motivos cotidianos estariam em suspenso! Te amo, Nega!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-239986830279142645?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/239986830279142645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=239986830279142645&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/239986830279142645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/239986830279142645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2010/03/ah-se-eu-fosse-dois.html' title='Ah! Se eu fosse dois...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-2382064697813401960</id><published>2009-11-13T16:33:00.000-08:00</published><updated>2009-11-13T16:36:34.307-08:00</updated><title type='text'>Tudo novo, novamente...</title><content type='html'>O tempo é curto, sei. Mas a vontade de escrever é muito maior. Em crônicas, as palavras nos tomam de sobressalto. Basta evocá-las! Envocá-las-ei eternamente! Viva a crônica vontade de escrever! Em breve, textos técnicos sobre fatos da língua. Eu disse: EM BREVE! Para um bom entendedor, meia Juliana Paes basta! Bração pr'ocês!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-2382064697813401960?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/2382064697813401960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=2382064697813401960&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/2382064697813401960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/2382064697813401960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2009/11/tudo-novo-novamente.html' title='Tudo novo, novamente...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-5606839434578196449</id><published>2009-08-24T07:41:00.000-07:00</published><updated>2009-08-24T08:07:12.427-07:00</updated><title type='text'>Bem que poderia ser melhor...</title><content type='html'>O ano já está a findar-se (Credo! Que construção mais lusitana, porra!).  Um dos melhores que já vivi. Em todos os aspectos! Claro que sempre queremos mais: uma viagem a Caldas Novas, um fim de semana em Pirenópolis. Enfim, são bem-vindas todas as atividades ligadas ao prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Deixo vocês com água na boca... A crônica só será terminada depois...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-5606839434578196449?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/5606839434578196449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=5606839434578196449&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5606839434578196449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5606839434578196449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2009/08/bem-que-poderia-ser-melhor.html' title='Bem que poderia ser melhor...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-8380619624128637642</id><published>2009-04-14T12:41:00.000-07:00</published><updated>2009-04-14T12:54:14.832-07:00</updated><title type='text'>Dicas sobre o uso de siglas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É comum a falta de uniformização na escrita de siglas. Eis algumas dicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Se a sigla for pronunciada como palavra (ou não), e tiver até três letras, a escrita fica toda em caixa alta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A escrita da sigla &lt;strong&gt;NGB&lt;/strong&gt; não leva "ponto" entre as letras.&lt;br /&gt;- O &lt;strong&gt;PAC&lt;/strong&gt; é um fracasso.&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;USP &lt;/strong&gt;está sucumbindo.&lt;br /&gt;- etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Se a sigla for pronunciada como palavra e tiver mais de três letras, somente a inicial é maiúscula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;Unicamp&lt;/strong&gt; está meio defasada.&lt;br /&gt;- O &lt;strong&gt;Detran&lt;/strong&gt; de Goiás é muito corrupto.&lt;br /&gt;- Compraram a &lt;strong&gt;Petrobrás&lt;/strong&gt; a preço de banana.&lt;br /&gt;- etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Se a sigla tiver mais de três letras, e não for pronunciada como palavra, a escrita permanece em caixa alta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que rumo tomará o &lt;strong&gt;PSDB &lt;/strong&gt;nas eleições de 2010?&lt;br /&gt;- Alguém acredita no &lt;strong&gt;INSS&lt;/strong&gt;?!&lt;br /&gt;- A &lt;strong&gt;UFMG&lt;/strong&gt; já desbancou USP, &lt;strong&gt;UFRJ&lt;/strong&gt;, Unicamp, UnB (nesse caso, a instituição adotou o “n” minúsculo como logotipo; portanto, não fugiu à regra), UFG&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;e todas as outras universidades federais brasileiras.&lt;br /&gt;- etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tese, essa é a regra adotada pelos principais jornais de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-8380619624128637642?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/8380619624128637642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=8380619624128637642&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/8380619624128637642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/8380619624128637642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2009/04/dicas-sobre-o-uso-de-siglas.html' title='Dicas sobre o uso de siglas'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-6966815216512841311</id><published>2009-01-16T13:28:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T13:30:40.314-08:00</updated><title type='text'>Aguardem-me</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estarei de volta, com textos novos, todos de acordo com as novas regras ortográficas. Aguardem só mais um pouquinho. Beijo no coração de todos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-6966815216512841311?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/6966815216512841311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=6966815216512841311&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/6966815216512841311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/6966815216512841311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2009/01/aguardem-me.html' title='Aguardem-me'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-1242745815853962947</id><published>2008-02-27T05:09:00.000-08:00</published><updated>2008-02-27T05:11:27.712-08:00</updated><title type='text'>Até que enfim...</title><content type='html'>Voltarei à ativa a partir da segunda quinzena de março. Estive ausente por questões profissionais.  Voltarei, além de cronista, professor de Português. Aguardem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo no coração de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-1242745815853962947?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/1242745815853962947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=1242745815853962947&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/1242745815853962947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/1242745815853962947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2008/02/at-que-enfim.html' title='Até que enfim...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-5743106186873244477</id><published>2007-11-27T05:38:00.000-08:00</published><updated>2007-11-27T05:49:25.829-08:00</updated><title type='text'>Eu e Ela (novamente)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A gente quase não se olha. Medo da paixão (acho que d'Ela). Os olhinhos pretinhos, serenos, provocadores, desconfiados. Ela me deixa na dúvida: será que se faz de boba, ou, de fato, sabe que a desejo, que a quero, que a busco?!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gente, Ela tem tudo que busco numa mulher: humor, sorriso lindo, olhos pretinhos, esbugalhados, sensualidade. Ela é muito sensual. Precisa de uma academia, só um pouquinho. Por descuido, deixou a barriguinha um pouco fora de forma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu paguei, faz uns dias, uma tatuagem para Ela. O problema é que não tenho liberdade para dizer isso a Ela. Escolhi o lugar (n'Ela, é claro), a tatuagem. Depois de feita, queria vê-la à mostra, a sós, nós dois, num quarto reservado. Ô, Meu Deus, ajude-me!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando chegar a Goiânia (estou em Aquidauana, MS), vou procurá-la pelo olhar. De novo. Sempre pelo olhar. Desconfio de que Ela tem algum caso com alguém. É extraconjugal. Se eu descobrir, vou chorar o resto da vida. Mas são, apenas, suposições. Tenho certeza, não! Mas Ela me deixa com pulgas atrás da orelha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, vou deixá-la em paz hoje. Preciso vê-la todos os dias. O dia todo, é bom que se diga. As fotos dela já me servem. Pelo menos por enquanto. Ela é tudo que almejo em vida. Se existir possibilidade de vida depois da morte, buscá-la-ei até onde eu puder. Ela será minha. Um dia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aquidauana, MS, 27 de novembro de 2007!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Terça-feira!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10h47! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem horário de verão por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-5743106186873244477?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/5743106186873244477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=5743106186873244477&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5743106186873244477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5743106186873244477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/11/eu-e-ela-novamente.html' title='Eu e Ela (novamente)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-5320521050456381720</id><published>2007-08-28T11:27:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T11:33:01.217-07:00</updated><title type='text'>Cansaço</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sinto muito cansaço neste mês. Correria para vender livros (o pessoal numa pendenga desgraçada!). Cheque para cobrir. Gráfica para receber. Bem: estou muito cansado. O motivo da minha ausência. É penoso, mas tem de durar mais um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por enquanto, aproveitem para reler alguns textos de que ainda dispõe este blog. Logo, logo, retirá-los-ei. Vou substituí-los por novos. Aí, sim, o bicho vai pegar novamente. É o que tenho a dizer. Obrigado pela compreensão. Ver-nos-emos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-5320521050456381720?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/5320521050456381720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=5320521050456381720&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5320521050456381720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5320521050456381720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/08/cansao.html' title='Cansaço'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-2762615109226109919</id><published>2007-08-07T05:42:00.000-07:00</published><updated>2007-08-07T05:46:29.193-07:00</updated><title type='text'>De volta...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Faz dias que não passo por aqui. O espaço foi abandonado, não! É que estou em meio a lançamentos de meu primeiro livro de crônicas ("Uma gota de sangue em cada palavra"). Estou quase terminando o segundo livro. Agora, técnico: &lt;strong&gt;1000 dicas de redação para concursos públicos e vestibulares&lt;/strong&gt;. Assim que me desafogar dessas correrias, volto a escrever neste espaço. Talvez, não somente crônicas. Acredito em que publicarei textos teóricos sobre fatos da língua também. Há braços ansiosos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-2762615109226109919?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/2762615109226109919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=2762615109226109919&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/2762615109226109919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/2762615109226109919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/08/de-volta.html' title='De volta...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-7992638827487073875</id><published>2007-06-26T11:21:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T11:24:18.743-07:00</updated><title type='text'>NOTA EXPLICATIVA</title><content type='html'>Bem, meus amados leitores, vocês terão alguma surpresa, quando acessarem este blog: deletei as crônicas que farão parte do meu livro "Uma gota de sangue em cada palavra". Conto com a compreensão de todos. Um forte abraço.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Goiânia, 26 de junho de 2007.&lt;br /&gt;Terça-feira!&lt;br /&gt;15h24!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-7992638827487073875?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/7992638827487073875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=7992638827487073875&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/7992638827487073875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/7992638827487073875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/06/nota-explicativa.html' title='NOTA EXPLICATIVA'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-4527133218343880969</id><published>2007-06-26T07:55:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T07:58:17.148-07:00</updated><title type='text'>Infelizmente, cheguei tarde...</title><content type='html'>&lt;em&gt;Especialmente para a Lolita&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se eu tivesse chegado cedo, diria que Ela tem um sei-que-lá de Lolita: é linda, atraente, hálito gostoso, parece que saiu de contos de fadas. Daqueles mais picantes, em que a protagonista deixa a gente doido que só!&lt;br /&gt;Se eu tivesse chegado cedo, diria a Ela sobre a minha paixão: que a vejo em todos os lugares por que passo. Que Ela faz parte dos meus sonhos. Ultimamente, tenho sonhado muito com Ela. A noite toda. Suo frio. Acordo atordoado.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se eu tivesse chegado cedo, diria que gosto do busto d’Ela à mostra. Do charme que só Ela possui, quando cruza as pernas e coloca a mãozinha à frente da saia, para evitar qualquer olhar atrevido, de um bobo qualquer, como eu.&lt;br /&gt;Se eu tivesse chegado cedo, diria sobre a vontade que todas as mulheres têm de ser iguais a Ela. Não duvido de que até mulher se sente atraída, sexualmente falando, por Ela. É muita sensualidade numa pessoa só. Dos dedos às sobrancelhas: tudo é desejo, tudo é carícia.&lt;br /&gt;Se eu tivesse chegado cedo, marcaria um jantar à luz de velas, ao som de Chico Buarque e Tom Jobim, no &lt;strong&gt;Cave&lt;/strong&gt;. Pediria um bom vinho francês e levaria um buquê de rosas para Ela. Ficaria ao lado d´Ela só para ouvi-la, senti-la, absorvê-la.&lt;br /&gt;Se eu tivesse chegado cedo, diria que gosto quando Ela passa batom vermelho, pisca os olhos e pega nas pontas dos cabelos. Fico olhando aquilo sem me dar conta de que o resto do mundo existe. Aliás: o mundo deixa de existir, quando olho nos olhos d´Ela. São, &lt;em&gt;por demais&lt;/em&gt;, pecadores!&lt;br /&gt;Se eu tivesse chegado cedo, pediria que Ela tingisse os cabelos de vermelho, usasse roupa preta, colocasse salto alto e sorrisse ao me encontrar embasbacado com a beleza goianíssima d´Ela. Sem dúvida: Ela é a Lolita. Mais ainda: a Lolita que só é minha, porque só eu a tenho assim. Ninguém mais...&lt;br /&gt;Se eu tivesse chegado cedo, diria que Ela, somente Ela, faz-me muitíssimo feliz. Isso, seu eu tivesse chegado cedo... Infelizmente, cheguei tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 26 de junho de 2007.&lt;br /&gt;Terça-feira!&lt;br /&gt;11h42!&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-4527133218343880969?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/4527133218343880969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=4527133218343880969&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4527133218343880969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4527133218343880969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/06/infelizmente-cheguei-tarde.html' title='Infelizmente, cheguei tarde...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-4434287357674450491</id><published>2007-06-15T05:34:00.000-07:00</published><updated>2007-06-15T11:47:59.326-07:00</updated><title type='text'>REDEFINI OS ADJUNTOS ADVERBIAIS EM ROCHA LIMA</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;1 - Falar&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;da vida alheia:&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; adjunto adverbial de fofoca.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;2 - Morreu &lt;strong&gt;de fome:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;adjunto adverbial de desnutrição&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;3 - Olhou-me &lt;strong&gt;de esguelha&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de bisbilhoteiro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;4 - O conferencista &lt;strong&gt;dissertou sobre febre amarela&lt;/strong&gt;:&lt;em&gt; adjunto adverbial de doença&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;5 - O sertanejo ficara arruinado &lt;strong&gt;com a seca&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de estiagem&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;6 - Saiu com &lt;strong&gt;os amigos&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de vela&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;7 - &lt;strong&gt;Apesar do mau tempo&lt;/strong&gt;, o avião levantou vôo: &lt;em&gt;adjunto adverbial de irresponsabilidade&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;8 - Acordei &lt;strong&gt;ao estampido da explosão: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;adjunto adverbial de terrorista&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;9 - Ninguém cruzará a fronteira, &lt;strong&gt;sem passaporte:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;adjunto adverbial de legalidade&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;10 - Deus criou o homem &lt;strong&gt;à sua imagem e semelhança:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;adjunto adverbial de arrependimento&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;11 - Morrer &lt;strong&gt;pela pátria: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;adjunto adverbial de kamikaze&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;12 - Pararam &lt;strong&gt;todos à escuta:&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; adjunto adverbial de curioso&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;13 - Quebravam a pedreira&lt;strong&gt; com picareta&lt;/strong&gt;:&lt;em&gt; adjunto adverbial de burrice&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;14 - Sempre fora amigo de viajar &lt;strong&gt;a cavalo&lt;/strong&gt;:&lt;em&gt; adjunto adverbial de pão-duro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;15 - Costuma falar &lt;strong&gt;a altas vozes&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de professor público&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;16 - Bater-se &lt;strong&gt;com o adversário&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de falta do que fazer&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;17 - Passava dias vendendo jornais velhos, &lt;strong&gt;a vintém&lt;/strong&gt;:&lt;em&gt; adjunto adverbial de pindaíba&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;18 - Escreveu versos &lt;strong&gt;aos milhares&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de preguiçoso&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;19 - O frade jejuava&lt;strong&gt; às segundas e quintas-feiras&lt;/strong&gt;:&lt;em&gt; adjunto adverbial de otário&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;20 - Pisou &lt;strong&gt;na grama&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;adjunto adverbial de mal-educado&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-4434287357674450491?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/4434287357674450491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=4434287357674450491&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4434287357674450491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4434287357674450491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/06/descobri-novos-adjuntos-adverbiais.html' title='REDEFINI OS ADJUNTOS ADVERBIAIS EM ROCHA LIMA'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-4068728237435936494</id><published>2007-04-26T06:33:00.000-07:00</published><updated>2007-04-26T06:50:44.287-07:00</updated><title type='text'>Alossemia (publicação original na comunidade "Revisores")</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em Fonética, a variação de um mesmo &lt;em&gt;fonema&lt;/em&gt; chama-se "alofone". Em Morfologia, a variação de um mesmo &lt;em&gt;morfema&lt;/em&gt; chama-se "alomorfe". Em Semântica, eu digo isso na minha tese de doutorado, a variação de um mesmo &lt;em&gt;sema&lt;/em&gt; chama-se "alossema". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No caso das preposições, aí é que tudo varia mesmo. Vejam estes exemplos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Estou &lt;strong&gt;à&lt;/strong&gt; margem do rio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Estamos &lt;strong&gt;na&lt;/strong&gt; margem do rio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Vou &lt;strong&gt;à&lt;/strong&gt; busca de investimentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) Vou &lt;strong&gt;em&lt;/strong&gt; busca de investimentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As preposições "a" e "em" são as que mais variam na Língua Portuguesa (vide Rocha Lima, &lt;em&gt;Gramática Normativa&lt;/em&gt;). Por isso, nada mais natural do que "a domicílio" e "em domicílio". Essas duas preposições são irmãs siamesas. Não se espantem com "a cores" e "em cores". O significado é o mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que muita gente diz que o verbo "entregar" rege a preposição "em". Quem entrega, entrega "em algum lugar" (viram a vírgula entre "entrega/entrega"? Há abonos para ela; não fiquem zangados comigo!). Uma coisa que defendo na minha tese: não existe EXCLUSIVIDADE de regência. O verbo "entregar" rege qualquer TERMO que, com ele, contraia função. Se não (separado mesmo!), vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Entreguei &lt;em&gt;os pontos&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Entreguei-&lt;em&gt;me de corpo e alma a este amor&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Entregar &lt;em&gt;na porta&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) Entregaram-&lt;em&gt;se com voracidade&lt;/em&gt;. Fizeram sexo a noite inteira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, meus caros: a "variação de um mesmo sema" não altera o produto final. Ou seja: o sentido. Bem-vinda a alossemia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem: dito isso, "Composto de" e "Composto por" seguem o mesmo caminho: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;variação de um mesmo sema&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Usem e abusem dos dois, sem parcimônia... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obs.: Se houver necessidade de discussão, considerem-me disposto a ela. Valeu! Há braços. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-4068728237435936494?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/4068728237435936494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=4068728237435936494&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4068728237435936494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4068728237435936494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/04/alossemia-publicao-original-na.html' title='Alossemia (publicação original na comunidade &quot;Revisores&quot;)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-3245198011315334851</id><published>2007-04-09T05:45:00.000-07:00</published><updated>2007-05-18T07:31:40.997-07:00</updated><title type='text'>10 sugestões de pauta à Revista Piauí para a seção Diário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ilustríssimo editor da Revista Piauí:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - Convoque o narcotraficante Fernandinho Beira-Mar para que ele indique quais os pontos mais viáveis de tráfico no Rio de Janeiro, explique como montar pontos estratégicos e, a depender da procura, como montar uma franquia de &lt;em&gt;fast-food&lt;/em&gt; (maconha, cocaína, crack, merla etc.) em outros Estados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - Peça ao presidente Lula que relate, aos seus milhões de eleitores, como ganhar uma reeleição, dizimar os opositores e aparelhar o Estado com militantes de esquerda (amiguinhos de Beira-Mar, do MIR-Chileno, das Farc).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - Convide o presidente da empresa de transporte rodoviário Itapemirim a descrever as razões funestas de não oferecer ajuda financeira às vítimas do ônibus incendiado, em 28 de dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro, em cuja circunstância se encontrava a modelo Bia Furtado, que mendiga, ao lado do noivo, ajuda para tratamento de queimadura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4 - Peça, encarecidamente, ao PCC (Primeiro Comando da Capital) que ensine, aos não-escolados, como se transformar em criminoso do dia para a noite, incendiar ônibus, atacar policiais e amedrontar a população com ameaças iminentes de ataques terroristas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5 - Aceite, também com igual valor, o depoimento de chefes do tráfico carioca, de "líderes comunitários", donos de ONGs de direitos humanos de criminosos, que eles deixem, às claras, que o Comando Vermelho é o melhor caminho para a paz entre as pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6 - Registre, com orgulho, os momentos felizes do PT paulista, quando da feitura do dossiê fajuto contra os não menos fajutos políticos do PSDB na última eleição presidencial. Deve render uma história e tanto!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7 - Mostre ao Brasil, como fez Glória Perez na minissérie (?) &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Amazônia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que os esquerdistas são bonzinhos e o mal está nos não-esquerdistas. Que Chico Mendes é o Cristo Redentor da Amazônia. Que ele virá, algum dia, sobre nuvens, em busca das almas puras e castas. Sugestão para o relato: José Dirceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;8 - Exija, do presidente Evo Morales, um diário completo sobre o golpe que aplicou ao Brasil, com afagos do presidente Lula, confiscando bens da Petrobras, em nome da "causa socialista". Esse depoimento vai ser aguardado por milhões de brasileiros. A revista vai vender extraordinariamente demais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9 - Aproveite o ensejo e publique o diário de Hugo Chavéz, o maior blefador das Américas, o maior estelionatário da atualidade e o mais picareta dos esquerdistas no poder. Se bem que esquerdista picareta configura algo redundante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10 - Por último, faça um diário coletivo da Piauí, no qual os jornalistas responsáveis pela seção que publicou o texto da, como diria o Pablo na comunidade &lt;strong&gt;Revisores&lt;/strong&gt;, devassa, estelionatária, puta, vadia chamada Maria Lopes possam opinar sobre a irresponsabilidade que lhes é peculiar. Peça aos jornalistas que justifiquem tamanho desserviço à população. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atenciosamente,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prof. Cleiton dos Santos Pereira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Goiânia, 9 de abril de 2007.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-3245198011315334851?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/3245198011315334851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=3245198011315334851&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/3245198011315334851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/3245198011315334851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/04/10-sugestes-de-pauta-revista-piau-para.html' title='10 sugestões de pauta à Revista Piauí para a seção Diário'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-8228782307333300049</id><published>2007-04-08T07:51:00.000-07:00</published><updated>2007-04-08T07:55:29.261-07:00</updated><title type='text'>Sobre o código de ética da Gramática e da Lingüística</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Devemos encarar a gramática como um código de ética. Se violado, haverá punições. Por isso, ao lado das Ciências Sociais (descritivas), há o Direito (prescritivo). Ambos se complementam. Na língua, não é diferente. Observem:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Gramática (prescritiva)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Lingüística (descritiva)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O princípio é o mesmo: o código de ética. Por favor, não confundam alhos com bugalhos. Quando digo ética, refiro-me ao princípio legal de convivência. É bom lembrar que nem tudo que é legal é legítimo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A gramática normativa estipula valores que, nem sempre, vão ao encontro da realidade da língua. Nem por isso, devemos extingui-la, tampouco ignorá-la. Basta que se observe como nos expressamos aqui na comunidade. Qualquer vacilo gramatical transforma-se em xingatórios, discussões, apedrejamentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Lingüística cumpre o papel de monitora; a gramática, de executora. Como isso funciona:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) A par de dados lingüísticos, a Lingüística descreve os usos e evidencia por que motivo determinadas expressões tomam rumos diferentes dos rumos canônicos. Por isso, monitora o uso mediante análise científica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) A gramática executa, a seu modo (ainda que lentamente),as descobertas da Lingüística. O maior exemplo é a gramática do Bechara, de orientação mais descritiva do que prescritiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que não sou louco para dizer que essa harmonia seja evidente. Há muita controvérsia. Muita briga. Mas o que permite haver incoerência na descrição da língua é o embate entre Gramática e Lingüística (do ponto de vista da observação). Embate, diga-se, a propósito, sempre bem-vindo. É por aí. Bração pr´ocês. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-8228782307333300049?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/8228782307333300049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=8228782307333300049&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/8228782307333300049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/8228782307333300049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/04/sobre-o-cdigo-de-tica-da-gramtica-e-da.html' title='Sobre o código de ética da Gramática e da Lingüística'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-3628093698739344717</id><published>2007-03-16T06:23:00.001-07:00</published><updated>2007-04-09T13:31:22.982-07:00</updated><title type='text'>Carta à diretora da escola em que minha afilhada estuda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;À ILMA. DIRETORA DA ESCOLA EVANGÉLICA GÊNESIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 16 de março de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Ilustríssima Diretora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;É com muito pesar que eu, Cleiton dos Santos Pereira, tio da aluna Brenda Mariana, venho expor-lhe o que se segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Desde quando criança com 8 anos (é o caso da Brenda) estuda ditongo, tritongo, hiato, substantivos coletivos, sem antes dominar, o mínimo possível, de escrita e de leitura?! Hoje, infelizmente, tive o desprazer de auxiliá-la nessa tarefa tediosa, massacrante e covarde (o caderno de exercícios dela é prova cabal do digo).&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;2 – A minha sobrinha apresentou-me um livro, cujo título é&lt;strong&gt; &lt;em&gt;Português – Linguagens&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, da 2ª série, 3º ano, dos autores William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães, que, segundo ela e a minha mãe, a escola adota para o ano letivo. Veja que absurdo: o exercício “para casa” aborda temas que não constam do referido livro. Espere aí: o aluno é obrigado a comprar o livro no início do ano para não o usar?! Ou a Escola Evangélica Gênesis trabalha com o sobrenatural: o aluno adota um livro; o professor, outro?!&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;3 – Qual a formação do professor de Português de sua escola?! Tem graduação?! Não tem?! Se não tem, como acreditar na qualidade das aulas?! Para chegar a esse descalabro didático, não acredito em que o professor da Brenda tenha noções de concepção de língua, de linguagem e de ensino de Português.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;4 – A Brenda não apresenta, em nenhum momento, sinais de aprendizagem. Não quero ser leviano, pois muitos alunos sentem mais dificuldades do que outros. Mas, no caso dela, é a maneira como estão sendo conduzidas as aulas. A Escola Evangélica Gênesis precisa, urgentemente, rever o seu projeto pedagógico. Senão, vocês vão matar muitas mentes brilhantes, de crianças que se tornam vítimas de um ensino pernicioso, equivocado e, principalmente, surrealista de Português.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;5 – Sugiro que a Ilustríssima Diretora chame, ao particular, os pais da Brenda, a própria Brenda e o professor/a de Português. A minha ignorância não me permite opinar sobre as outras matérias. Mas, se seguirem a trilha de Língua Portuguesa, está decretado o fim da minha querida afilhada.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Atenciosamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Cleiton dos Santos Pereira&lt;br /&gt;Mestre em Letras pela UFG&lt;br /&gt;Professor do programa de pós-graduação da Universidade Salgado de Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-3628093698739344717?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/3628093698739344717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=3628093698739344717&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/3628093698739344717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/3628093698739344717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/03/carta-diretora-da-escola-em-que-minha.html' title='Carta à diretora da escola em que minha afilhada estuda'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-5304290372969267137</id><published>2007-03-07T11:42:00.000-08:00</published><updated>2007-03-07T11:45:22.356-08:00</updated><title type='text'>Aos meus pares</title><content type='html'>De Augusto dos Anjos para todos os amantes dos momentos etílicos. Brindemos a nós próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="O Ébrio"&gt;&lt;strong&gt;O Ébrio&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Bebi! Mas sei por que bebi!... Buscava&lt;br /&gt;Em verdes nuanças de miragens, ver&lt;br /&gt;Se nesta ânsia suprema de beber,&lt;br /&gt;Achava a Glória que ninguém achava!&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;E todo o dia então eu me embriagava&lt;br /&gt;- Novo Sileno, - em busca de ascender&lt;br /&gt;A essa Babel fictícia do Prazer&lt;br /&gt;Que procuravam e que eu procurava.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Trás de mim, na atra estrada que trilhei,&lt;br /&gt;Quantos também, quantos também deixei,&lt;br /&gt;Mas eu não contarei nunca a ninguém.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;A ninguém nunca eu contarei a história&lt;br /&gt;Dos que, como eu, foram buscar a Glória&lt;br /&gt;E que, como eu, irão morrer também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-5304290372969267137?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/5304290372969267137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=5304290372969267137&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5304290372969267137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/5304290372969267137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/03/aos-meus-pares.html' title='Aos meus pares'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-6739449850137818356</id><published>2007-03-07T11:13:00.000-08:00</published><updated>2007-03-07T11:15:52.616-08:00</updated><title type='text'>Um pitadinha de alossemia (da comunidade Revisores)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Em Fonética, a variação de um mesmo fonema chama-se "alofone". Em Morfologia, a variação de um mesmo morfema chama-se "alomorfe". Em Semântica, eu digo isso na minha tese de doutorado, a variação de um mesmo sema chama-se alossema. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;No caso das preposições, aí é que tudo varia mesmo. Vejam estes exemplos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;a) Estou à margem do rio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;b) Estamos na margem do rio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;c) Vou à busca de investimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;d) Vou em busca de investimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;As preposições "a" e "em" são as que mais variam na Língua Portuguesa. Por isso, nada mais natural do que "a domicílio" e "em domicílio". Essas duas preposições são irmãs siamesas. Não se espantem com "a cores" e "em cores". O significado é o mesmo. Claro que muita gente diz que o verbo "entregar" rege a preposição "em". Quem entrega, entrega "em algum lugar" (viram a vírgula entre "entrega/entrega"? Há abonos para ela; não fiquem zangados comigo). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Uma coisa que defendo na minha tese: não existe exclusividade de regência. O verbo "entregar" rege qualquer preposição que, com ele, contraia função. Se não (separado mesmo!), vejamos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;a) Entreguei os pontos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;b) Entreguei-me de corpo e alma neste amor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;c) Entregar na porta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;d) Entregaram-se com voracidade. Fizeram sexo a noite inteira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Então, meus caros: a variação de um mesmo sema não altera o produto final. Ou seja: o sentido. Bem-vinda a alossemia. Bem: dito isso, "Composto &lt;strong&gt;&lt;em&gt;de&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" e "Composto &lt;em&gt;por&lt;/em&gt;" seguem o mesmo caminho: variação de um mesmo sema. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Obs.: Se houver necessidade de discussão, considerem-me disposto a ela. Valeu! Há braços. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-6739449850137818356?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/6739449850137818356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=6739449850137818356&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/6739449850137818356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/6739449850137818356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/03/um-pitadinha-de-alossemia-da-comunidade.html' title='Um pitadinha de alossemia (da comunidade Revisores)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-1218426473989959405</id><published>2007-02-15T03:04:00.000-08:00</published><updated>2007-02-15T03:07:31.610-08:00</updated><title type='text'>OUTRA VERDADE SOBRE O CRIME</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No ano passado, em um de seus programas, a humorista Cláudia Rodrigues, em situação de assalto, perguntou ao criminoso, em tom jocoso, mas, no fundo, bem irônico:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- Você rouba, porque nunca teve chance ou, quando teve chance, estava roubando?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há muito, cientistas norte-americanos (li, no ano passado, na &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt;, uma matéria genial) discordam da tese da "exclusão social". Para eles, muitos criminosos trazem o gene do crime como fator preponderante na prática de delitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em pesquisas de campo, os cientistas descobriram que pais criminosos repassavam aos filhos esses genes. Dou um exemplo próprio: cresci em bairro de periferia, convivi com pessoas da mesma classe social a que eu pertencia. No entanto, uns escolheram o caminho do Bem; outros, o do Mal. Por quê? Porque, desde crianças, queriam passar a perna nos colegas, batiam em crianças menores, impunham as leis por meio da intimidação violenta. Enfim, traziam a maldade no sangue. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos de nos unir e impor a vontade da maioria esmagadora da população brasileira. Afinal, democracia é pré-requisito para a civilidade. Nós, que somos conscientes e honestos, não podemos ficar à merce de igrejas, promotores, defensores de direitos humanos de bandidos, esquerdistas, quadrilhas organizadas sob o nome pomposo de ONG, que restringem a nossa liberdade em nome da liberdade perversa da cabeça deles. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso, mais do que justo, é chegada a hora da Justiça! A mesma que tirou Nova Iorque do caos urbano, punindo e mandando para o espaço bandidos cruéis. Viva a democracia! Vivamos nós! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-1218426473989959405?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/1218426473989959405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=1218426473989959405&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/1218426473989959405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/1218426473989959405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/02/outra-verdade-sobre-o-crime.html' title='OUTRA VERDADE SOBRE O CRIME'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-4299260463854315548</id><published>2007-01-29T06:09:00.000-08:00</published><updated>2007-01-29T06:23:41.653-08:00</updated><title type='text'>Desmentindo absurdos gramaticais sobre pleonasmo vicioso</title><content type='html'>1 -  "Ganhar grátis. (Alguém ganha pagando?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: fato corriqueiro na língua, a polissemia perpassa todas as classes de palavra. Não fosse assim, o verbo "dar" não teria aquela infinidade de significados registrados em dicionários, como o velho e indivisível &lt;em&gt;Aurelião&lt;/em&gt;. "Ganhar grátis", além do valor pragmático, constitui, sintaticamente, o que se entende por &lt;em&gt;lexia&lt;/em&gt;. Consultem o livro &lt;em&gt;Morfossintaxe&lt;/em&gt;, de Flávia de Barros Carone, Ática, 1989.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;2 - "Se suicidou (Alguém já suicidou outra pessoa?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: já mencionaram aqui na página sobre o abono que o verbo ganhou não só em gramáticas como em dicionários... Além disso, é extremamente audível a pronúncia...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;3 - "Habitat natural. (Todo habitat é natural; consulte um dicionário.)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Se alguém tiver a crueldade de aprisionar um pássaro em gaiola, saiba que ele não estará, sem dúvida alguma, no "habitat natural". Estará, sim, no "habitat artificial".&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;4 - "Prefeitura Municipal. (No Brasil, só existe prefeitura nos municípios.Aliás,ainda bem!)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: esta já foi solucionada também: as universidades têm prefeituras. Portanto, "prefeitura municipal" não é, nunca foi e nem será redundância.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;5 - "Conviver junto. (É possível conviver separadamente?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: "Conviver" não tem apenas o sentido de presença física. Se assim o fosse, "conviver em sociedade" seria, no mínimo, grotesco: como seria possível reunir tantas pessoas ao mesmo tempo? "Conviver junto", aí, sim, é conviver em presença física. Convivo junto com os meus filhos, com a minha esposa, com os meus alunos na sala de aula. Infelizmente, convivo com o presidente Lula, somos do mesmo país. Felizmente, não "convivo junto". Granja do Torto, nem no sonho...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;6 - "Sua autobiografia. (Se é autobiografia, já é sua.)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Esta é mole: Vejam esta pergunta: "Esta autobiografia é sua ou de seu irmão?". Ou seja: contextualizem-na, por gentileza!&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;7 - "Sorriso nos lábios. (Já viu sorriso no umbigo?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Por acaso, Machado de Assis faz ou não faz as personagens sorrirem com os olhos? Ou será que os "Olhos de Ressaca", de Capitu, eram, na verdade, a boca? Continuemos...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;8 - "Países do mundo. (E de onde mais podem ser os países?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Meus queridos: Há ou não diferença entre, por exemplo, "países do mundo" e " países baixos". Ou seja: o adjunto adnominal restringe o núcleo "país". Aqui, nos "país tropical", há muita e muita coisa para ser feita...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;9 - "Criar novos empregos. (Ora, bolas, alguém consegue criar algo velho?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Novamente, o verbo "criar" é polissêmico. Significa "gerar". E não venham me dizer para substituí-lo. A expressão ganhou valor pragmático. Em Lingüística, chama-se &lt;em&gt;lexia&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;10 - "General do Exército. (Só existem generais no Exército)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Meus caros: existem "General-de-Divisão Combatente", "General-de-Brigada Intendente". Ou seja: os dois postos podem ser preenchidos por alguém que se transforme em "general do Exército". Qual o problema? Nenhum.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;11 - "Brigadeiro da Aeronáutica. (Só existem brigadeiros na Aeronáutica.)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Isolar palavras e expressões para justificar determinado argumento não é muito a minha praia. Sinceramente, se eu disser "O brigadeiro da Aeronáutica argentina", já elimino qualquer possibilidade de isolamento lingüístico para a expressão "brigadeiro da Aeronáutica". Além disse, há o Brigadeiro-do-Ar. Não deixa de ser "brigadeiro da Aeronáutica".&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;12 - "Almirante da Marinha. (Só existem almirantes na Marinha.)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Vejam: existem, por exemplo, Almirante-de-Esquadra e Contra-Almirante. Ou seja: quem ocupar um desses cargos é e sempre será almirante da Marinha. Simples..&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;13 - "Exultar de alegria. (Você consegue exultar de tristeza?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: É claro que é póssível: ou a Língua Portuguesa aboliu as figuras de linguagem? "Minha alegria é triste". Roberto Carlos já sabia disso antes de muita gente...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;14 - Labaredas de fogo. (De que mais as labaredas poderiam ser? De água?!)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Ledo e Ivo engano. Leiam esta afirmação: "As labaredas solares são explosões incríveis que ejetam grandes quantidades de partículas e energia eletromagnética através de um largo espectro de freqüências". Labaredas podem ser explosões. Explosões, apesar do calor, nem sempre são sinônimos de "chama". Fácil, não?!&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;15 - Pequenos detalhes. (Existem grandes detalhes?)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Existem! Quem tiver conhecimento mínimo de roteiro audiovisual sabe que close é uma coisa; superclose, outra. Um tem pequeno detalhe; outro, detalhe maior. Simples demais...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;16 - "Erário público. (O dicionário ensina que erário é o tesouro público, por isso, erário só basta!)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Análise: Por força da expressão (o uso sistemático dela prova isso), temos mais um caso de &lt;em&gt;lexia&lt;/em&gt;. Consultem&lt;em&gt; Morfossintaxe&lt;/em&gt;, de Flávia de Barros Carone.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;17 - "Despesas com gastos. (Despesas e gastos são sinônimos!)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Não são! "Gasto" se tornou objeto específico: carro, alimento, viagens etc. "Despesa" pode ser cara, barata, ou mais ou menos.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;18 - "Encarar de frente. (Você conhece alguém que encara de costas ou de lado?)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: "Encarar de frente" significa "não fugir da realidade", "ter coragem de falar com alguém", "encarar o problema sem ajuda de outrem". O que há de redundante nisso? Nada.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;19 - "Monopólio exclusivo. (Ora, pílulas, se é monopólio, já é total ou exclusivo…)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Mentira! A Ambev mantém monopólio exclusivo no ramo da cervejaria. A mais próxima, Schin, não dispõe dessa exclusividade. Em compensação, na última feira agropecuária de Goiânia (a melhor do Brasil; Barretos que me desculpe!), o monopólio foi exclusivo da Nova Schin.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;20 - "Planos ou projetos para o futuro. (Você conhece alguém que faz planos para o passado? se for o Michael J. Fox no filme “De volta para o Futuro”.)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Conheço um monte: técnicos de futebol, por exemplo. Ao tomarem gol, planejam estratégia para o momento. Ou seja: para o presente.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;21 - "Viúva do falecido. (Até prova em contrário, não pode haver viúva se não houver um falecido)"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Se a palavra "falecido" aparece, sempre será como substitutivo. Vejam este exemplo: "Lá vem a viúva do falecido...". É o mesmo se disséssemos: "Lá vem a viúva do dito-cujo", "Lá vem a viúva do famigerado". "Falecido" substitui o nome do morto. Fácil, fácil...&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;22 - "Manter o mesmo time. (Pode-se manter outro time? Nem o Felipão consegue!)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Santa Ignorância! Se substituo um jogador no intervalo, já não tenho o "mesmo time". Ou seja: não mantive o "mesmo time" no segundo tempo.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;23 - Ao telefone: “fulano não se encontra neste momento” (pq ele se perdeu?)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Quando digo: "Meu pai se encontra ocupado lá na loja de calçados". O verbo está no presente; porém, meu pai não está de corpo presente. Quando digo: "Meu pai não se encontra neste momento", quero dizer: não se encontra neste momento aqui. A interpretação é espacial. Nada mais do que isso.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;24 - "outra alternativa"&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise&lt;/strong&gt;: Uma atendente de agência de viagem me diz que há três alternativas de vôos para amanhã:&lt;br /&gt;a) Curitiba&lt;br /&gt;b) Brasília&lt;br /&gt;c) São Paulo&lt;br /&gt;Eu pergunto: não há outra alternativa? Se houver, entrará na opção "d". De onde tiraram a idéia de que "outra alternativa" é redundância? Se eu trocasse por "próxima alternativa", seria a mesma coisa...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-4299260463854315548?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/4299260463854315548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=4299260463854315548&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4299260463854315548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/4299260463854315548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/01/desmentindo-absurdos-gramaticais-sobre.html' title='Desmentindo absurdos gramaticais sobre pleonasmo vicioso'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116964197438904594</id><published>2007-01-24T04:25:00.000-08:00</published><updated>2007-01-25T09:25:11.873-08:00</updated><title type='text'>Sujeitos fenomenológico e sintático</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em AD, nem sempre são tênues as fronteiras entre o que é semântico e o que é gramatical. Por exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Efigênia, feche a porta!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Efigênia fecha a porta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A diferença entre as duas sentenças recai sobre a marcação do vocativo (em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;a&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) e do sujeito sintático (em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;b&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;). A GT não dá conta da classificação de "Efigênia" no plano semântico. O que problematiza a noção de sujeito. Ou seja: se o primeiro critério para identificá-lo é o da concordância (se mudarmos a sentença para: "Efigênia e Vívian, fechem a porta!", perceberemos isso), conforme se vê nesse exemplo, como analisá-lo à luz da AD?! Bem: já entramos numa seara movediça. O sujeito discursivo não necessariamente é o sujeito sintático. Vejamos abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;em&gt;Ontem, Carlos almoçou em casa. Depois disso, não se viu mais o paradeiro dele&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claramente, o sujeito sintático é "Carlos", na primeira oração. Na segunda, é a voz discursiva do narrador. Ou seja: ele é sujeito discursivo, mesmo sem presença sintática no enunciado. À luz da AD cleitiana (é minha mesmo!), poderíamos dizer que a força ilocucionária do discurso funciona em duas instâncias:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Instância fenomenológica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Instância sintática.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Qual o valor de cada uma? Bem: a primeira preenche o espaço do ente; a segunda, do léxico. Se não, veja-se:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Alguém bateu à porta (o fato foi consumado: houve instâncias fenomenológica e sintática).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Ninguém bateu à porta (o fato não foi consumado; por isso, só houve preenchimento da instância sintática, ou seja, a lexical: "ninguém"). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A par dessas informações, em "Há pessoas", temos dois sujeitos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) O fenomenológico ("pessoas").&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) O morfossintático (primeira pessoa do presente do indicativo do verbo "haver").&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pela GT, "pessoas" é apenas objeto direto. Pela minha pesquisa, "pessoas" passa a sujeito fenomenológico, razão por que muita gente boa dizer/escrever: "Haviam pessoas". A concordância, como se vê, guarda relação com o sujeito fenomenológico. Se &lt;em&gt;há pessoas&lt;/em&gt;, é porque elas existem fenomenologicamente. Daí, a troca predicaticativa: o verbo &lt;em&gt;haver&lt;/em&gt; é, ele próprio, &lt;em&gt;existir&lt;/em&gt;. Por isso, a concordância "haviam pessoas". Por hoje é só, pessoal. Fui. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116964197438904594?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116964197438904594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116964197438904594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116964197438904594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116964197438904594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2007/01/sujeitos-fenomenolgico-e-sinttico.html' title='Sujeitos fenomenológico e sintático'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116507816063155438</id><published>2006-12-02T08:45:00.000-08:00</published><updated>2006-12-06T03:59:44.003-08:00</updated><title type='text'>Filarmônica - a letra da canção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Bailarina flutua no mar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De água doce, de sentimento,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se pudesse queria voar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pra ver o mar, pra ver o céu,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pra ver o sol brilhar assim...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Filarmônica, vida única, mulher, minha paixão...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Filarmônica, vida híbrida, mulher (sonho e canção)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sei que o amor só quer levar a Minha Bailarina,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tenho pra mim que o sol é ruim; a lua, também!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116507816063155438?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116507816063155438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116507816063155438&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116507816063155438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116507816063155438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/12/filarmnica-letra-da-cano.html' title='Filarmônica - a letra da canção'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116350378228850457</id><published>2006-11-14T03:25:00.000-08:00</published><updated>2006-11-14T03:29:42.350-08:00</updated><title type='text'>Especialização para profissionais do texto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Comunico a todos que a minha empresa, &lt;strong&gt;Instituto Universidade Educacional Brasileira&lt;/strong&gt;, abrirá inscrições para o primeiro curso de especialização no País sobre Consultoria de Textos. Ele atende todos os profissionais que lidam diretamente com a palavra, o texto. Em especial, as áreas de Comunicação, Letras e Direito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Provavelmente em dezembro, o edital será publicado. Na ocasião, divulgo-o também neste espaço. Para maiores informações, entrem em contato pelo meu emeio (&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;). É isso. Há braços. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116350378228850457?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116350378228850457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116350378228850457&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116350378228850457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116350378228850457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/11/especializao-para-profissionais-do.html' title='Especialização para profissionais do texto'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116307759415864447</id><published>2006-11-09T05:04:00.000-08:00</published><updated>2006-11-09T05:06:34.166-08:00</updated><title type='text'>Curso de revisor</title><content type='html'>Caros amigos: estou com a terceira turma do curso de revisor em Brasília. Em breve, abrirei uma turma em Goiânia. Para quem se interessar, entre em contato por emeio (&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;). Não percam esta chance de desenvolver habilidade específica sobre o ato de escrever bem. Há braços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116307759415864447?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116307759415864447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116307759415864447&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116307759415864447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116307759415864447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/11/curso-de-revisor.html' title='Curso de revisor'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116239165507414863</id><published>2006-11-01T06:32:00.000-08:00</published><updated>2006-11-01T06:37:22.853-08:00</updated><title type='text'>Mais uma lucidez de José Maria e Silva: leiam o que escreveu sobre o sanguinário governo Lula</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LULA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eleito pelos grotões da USP Mesmo tendo superado Fernando Collor em toda sorte de desmandos, pondo em risco o próprio Estado de Direito, o petista não conquistou a reeleição por ter enchido a barriga das massas — mas porque a universidade brasileira esvaziou a cabeça das elites&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; JOSÉ MARIA E SILVA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Em 2002 (segundo diziam os petis-tas), a esperança venceu o medo e Luiz Inácio Lula da Silva se elegeu presidente. Em 2006 (hão de admitir os tucanos), a covardia rendeu-se à desfaçatez e Geraldo Alckmin derrotou a nação. Esquecendo-se que disputava a Presidência da República e não a Prefeitura de Pindamonhangaba, Alckmin não confrontou seu adversário com a face oculta do PT. Deixou de exigir explicações de Lula sobre o Foro de São Paulo (órgão que liga o PT às Farc de Manuel “Tirofijo” Marulanda e Fernandinho Beira-Mar); não lembrou o Triângulo das Bermudas petista (o sumidouro de cadávares de Santo André, entre eles o de Celso Daniel, Vladimir Herzog de Lula); e evitou denunciar o totalitarismo esquerdista que dita até comportamentos (como a descriminalização do assassinato de crianças e a criminalização de simples críticas a travestis). Por que o candidato tucano deixou de fazer essas cobranças cruciais ao candidato petista, as únicas capazes de desnudar o governo mais fraudulento da história “deste país”, que ameaça o próprio Estado de Direito com a reeleição espúria de seu titular? Ou alguém tem dúvida de que Lula — comandante-mor dos petistas aloprados — não passa de um presidente de porta de cadeia, obrigado a transformar o próprio ministro da Justiça em advogado criminalista de delúbios e dirceus? Nunca é demais repetir: por muito menos, — incomparavelmente menos, — Fernando Collor foi defenestrado do Palácio do Planalto. Collor tinha apenas um PC Farias; Lula tem 40, segundo o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. No inquérito civil público em que investigou a compra de parlamentares no Congresso, o procurador chamou o PT de Lula de “organização criminosa”, empenhada em assaltar o Estado para se perpetuar no poder. A se crer no procurador que denunciou os 40 ladrões, o Brasil corre o risco de reeleger Lula e reempossar um Ali Babá.&lt;br /&gt;Bibliotéca Paulo Freyre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Freyre (1921-1997): doutrinador petista santifica criminosos em livros Não estou caluniando Lula — estou humanizando-o. Lula não é Deus; logo, não está livre de pecado, como ele próprio disse que estava, ao comungar sem confessar, mesmo se afirmando católico. Um dos pilares da própria civilização (e não apenas da Constituição de 88) é o princípio de que toda pessoa é inocente até que se prove o contrário. Todavia, é impossível se passar da inocência à culpa sem a inevitável suspeição — ou toda investigação policial e todo processo penal seriam arbitrários. Entre a inocência e a culpa, há que haver o indício, caso contrário, jamais haveria motivo para processar quem quer que fosse e seria preciso extinguir o Poder Judiciário. Em outras palavras, toda pessoa é inocente até que se mostre suspeita. A partir da suspeita — fundamentada em indícios, claro — , ela não pode mais ser considerada inocente (como querem os juristas brasileiros), sob pena de se conspurcar o próprio conceito de inocência. A suspeita, senhores juristas, é um elemento essencial do Estado de Direito, como sabem os países civilizados. Nos Estados Unidos, por exemplo, o não-culpado não é sinônimo de inocente — é apenas um suspeito sobre o qual não se encontraram provas do crime. Ou, por acaso, o fato de nunca ter sido alcançado pela lei faria do nazista Joseph Mengele uma Madre Tereza de Calcutá? Infelizmente, “neste país” faria, sim; sobretudo, agora, no governo Lula, quando a mais abjeta subversão de valores (como regalia para criminosos violentos) consolidou-se como política pública, financiada compulsoriamente pelo cidadão-vítima. A suspeita — tanto quanto a inocência e a culpa — é um dos pilares da Justiça. O que não pode é a suspeita sempre recair sobre o mordomo — como quer o presidente da República. Por isso, em nome da igualdade de classes, esquerdistas de todo o país, admiti: vosso chefe Lula é suspeito, sim! Sobram indícios de que Lula sabia de todas as falcatruas do PT e de seu governo. Desde quando Waldomiro Diniz, pessoa da absoluta confiança de José Dirceu, tentou subornar empresários do jogo, com indícios de que o dinheiro seria destinado às campanhas do PT, o processo de impedimento do presidente Lula já deveria ter sido iniciado nas instituições competentes. Naquela época, José Dirceu era chamado de “capitão do time” pelo próprio presidente, numa referência à sua condição de “primeiro-ministro” do governo. Depois, quando estourou o caso da compra de votos na Câmara dos Deputados, denunciada por Roberto Jefferson, os indícios de que o presidente sabia de tudo eram tão fortes, mas tão fortes, que, ao desprezá-los, a oposição também se tornou suspeita — de cumplicidade. Hoje, só a má-fé ou a toleima podem acreditar na inocência do presidente da República. Lula — bradam todos os indícios — é suspeito. Por que, então, o Brasil está com Lula? Por causa dos votos dos grotões — respondem os analistas políticos. Segundo eles, o Programa Bolsa-Família, sobretudo no Nordeste, foi o responsável pela vitória de Lula, que quase ocorreu no primeiro turno. Ora, se os grotões sozinhos fossem capazes de eleger um candidato, o cargo de presidente no Brasil seria vitalício. Todos os presidentes brasileiros — de Vargas a Lula, de Juscelino Kubitschek a Fernando Henrique — fizeram ou tentaram fazer populismo desbragado. Sim, Fernando Henrique fez populismo, mesmo não sendo populista como Lula. O Plano Real foi tecnicamente bem feito. Basta compará-lo com a heterodoxia tresloucada do Plano Cruzado. Mas parte do sucesso do Plano Real se deve à sua execução populista, claramente condicionada pelo calendário eleitoral, que, na época, foi programado às pressas para reeleger Fernando Henrique Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roseli Tardelli, da Agência Nacional de Notícias da Aids: patrulha ideológica A quase irresponsável paridade cambial do início do Plano Real provocou uma comoção popular com esse falso dólar tupiniquim, especialmente fabricado na Europa e transportado para o Brasil, num ritual publicitário. Comendo frango e tomando iogurte, com um sorriso de dentadura nova, os descamisados e pés-descalços (deserdados de Fernando I) finalmente foram ao paraíso com Fernando II. E a face literalmente mais visível do populismo de Fernando Henrique Cardoso foi a massificação dos televisores, favorecida pela Copa do Mundo dos Estados Unidos, em 1994 — assim como a Copa do Mundo do México, em 1970, associada ao “milagre econômico” do general Emílio Garrastazu Médici, popularizou o rádio de pilha no país. Foram o Plano Real e a Copa do Mundo que transformaram o televisor numa praga urbana. No país do futebol e da telenovela, pode haver populismo maior do que infestar o país inteiro com televisores? O populismo costuma sustentar-se em dois pilares: um material e outro simbólico. Para ser popular, todo governante precisa oferecer algo de concreto ao povo, como a carteira assinada de Getúlio Vargas ou o congelamento de preços de José Sarney. Mas para fazer da popularidade um sistema, isto é, transformá-la em populismo, o governante precisa revestir-se de uma simbologia própria, que tem como característica essencial a simbiose entre indivíduo e massas, cabendo o papel do indivíduo exclusivamente ao líder. No populismo, o líder encarna a nação, dando-lhe uma dimensão simbólica: ele é a cabeça; ela, o corpo. A grande popularidade de José Sarney (que chegou a ter cidadãos falando em seu nome como fiscais do congelamento de preços) foi um fogo-fátuo. Durou só até as mercadorias começarem a sumir das prateleiras. Já a popularidade de Vargas erigiu-se como um sistema, em que ele pontificava como o “Pai dos Pobres”. É o que Lula almeja, daí o seu empenho em copiar o Programa Renda Cidadã, do governo goiano, transformado no Bolsa-Família, que se tornou a alma do fracassado Fome Zero. O programa atende a 11,1 milhões de famílias, distribuindo a cada uma delas entre 15 e 95 reais, a um custo de 8,2 bilhões de reais em 2006. Em 2003, primeiro ano do governo Lula, eram atendidas 3,6 milhões de famílias a um custo de 3,6 bilhões de reais. Todavia, o impacto eleitoral de programas como esse não é apenas positivo — ele também traz contra-indicações nas urnas. Para cada família beneficiada, disposta a votar no governo Lula, sempre haverá uma família insatisfeita, achando que foi injustiçada por não participar do programa. É por causa desse efeito eleitoral negativo que todo candidato — seja de oposição como Maguito ou Alckmin, seja da situação, como Alcides ou Lula — promete ampliar os programas sociais. Programas de renda mínima (a cesta básica dos pobres) e programas de incentivo fiscal (a cesta básica dos ricos) são pilares sagrados do assistencialismo moderno — ninguém mexe. Quando a assistência social era confinada ao gabinete das primeiras-damas, fazer do assistencialismo uma política pública resultava num diferencial. O Programa de Combate à Fome, de Betinho, conferiu racionalidade econômica e dignidade cívica ao assistencialismo, obrigando prefeitos, governadores e até o presidente da República a assumirem tarefas que antes relegavam às respectivas primeiras-damas. Foi o que ocorreu no governo Maguito Vilela, em Goiás, talvez o primeiro do país a tratar a mera distribuição de alimentos como uma verdadeira política de governo. Hoje, quando governos de todos os partidos se empenham em estatizar os pobres, instituindo cotas e bolsas para todos os gostos, o Bolsa-Família de Lula já não está sozinho na disputa pelo eleitor carente. Ele enfrenta a concorrência de prefeitos e governadores de oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Gallo no Roda Viva: o cientista contra os inquisidores da esquerda Se houvesse oposição, claro. Porque esse é o grande segredo da esmagadora vitória do presidente Lula — ele não tem oposição. Ninguém, mesmo com muito boa vontade, é capaz de apontar qualquer diferença substancial entre o governo Fernando Henrique e o governo Lula. Não se deve esquecer que a espinha dorsal da política econômica do governo Lula é ditada por técnicos herdados do governo Fernando Henrique. A começar pelo goiano Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, que, ao deixar a presidência do Banco de Boston, elegeu-se deputado federal pelo PSDB goiano — nem chegando a assumir o cargo para assumir o Banco Central. O médico Antônio Palloci — que a oposição pefelista e tucana sustentou durante muito tempo, achando que fosse imprescindível para o país — simplesmente não fez falta. Tanto que o lugar de ministro da Fazenda continua vago — o marxista Guido Mantega é apenas uma figura decorativa. Essa percepção de que o presidente Lula apenas exerce o terceiro mandato de Fernando Henrique Cardoso não passa despercebida nem às famílias dos grotões nordestinos que recebem a bolsa-família. Do sertanejo piauiense ao metalúrgico paulista, passando pelo agricultor gaúcho e o seringueiro acreano, todos são capazes de perceber o óbvio — nada mudou no Brasil de Lula. A não ser o risco que o próprio Lula, na oposição, representava para o país e, agora, como governo, deixou de representar. A equação social é a mesma dos tempos de Fernando Henrique Cardoso, Dom Pedro II e Pedro Álvares Cabral (como diria Lula) — os ricos cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres. E, para compensar essa distância que se aprofunda entre capital e trabalho, tome esmola! É bolsa disso, cota daquilo — por sinal, também herdadas do governo Fernando Henrique, que, por sua vez, as importava da ONU, a nova Internacional Socialista do mundo. O PSDB e o PFL poderiam ter apresentado uma proposta econômica alternativa à proposta do governo Lula? Teoricamente, sim, porque papel aceita tudo; concretamente, não, porque a economia está engessada. Ao contrário de outros setores em que causas e conseqüências são menos visíveis a curto prazo, na economia há um encadeamento lógico que obriga o governante a seguir determinado caminho mesmo que sua vontade fosse seguir outro. Na educação e na saúde, por exemplo, o governo Lula desfez quase tudo o que encontrou, extinguindo programas, criando outros, modificando vários. Na economia, nada disso é possível, porque o reflexo na bolsa de valores e no risco-país seria imediato. Agora, por exemplo, o presidente Lula está propondo renegociar a dívida dos Estados, pensando na sustentação política de seu próximo governo. Se o fizer, abrem-se as porteiras para os gastos, quando nenhum governo, até agora, conseguiu reduzir os gastos do Estado brasileiro, cada vez mais ávido de impostos. A única oposição possível ao governo Lula seria no campo moral. Não exatamente no combate à corrupção, em que os oposicionistas também têm telhado de vidro, mas na questão dos valores. Como toda sociedade de qualquer época, a sociedade brasileira é conservadora. Ela tolera mudanças, desde que não sejam abruptas. Só as sociedades doentes — como a sociedade francesa, que vive em coma moral desde a Revolução de 1789 — desejam transformações radicais. Por isso, a França é um país em decadência, profundamente dilacerado entre uma economia capitalista e uma mentalidade comunista, que mutuamente se trucidam, desnorteando a juventude do país, cada vez mais bárbara. Foi essa França das barricadas de Paris, construída entre a loucura e o vício, que se tornou modelo para os intelectuais brasileiros. O sociólogo Émile Durkheim (1858-1917) — um dos últimos intelectuais decentes que a França produziu — afirmava que a moral dependia intrinsecamente da lógica. Aliás, ele faz essa afirmação no clássico As Formas Elementares da Vida Religiosa, livro publicado em 1912, macensurado pelo marxismo tupiniquim até 1989, quando uma editora religiosa, as Edições Paulinas, o resgatou do ostracismo, já que a USP e as degradadas filhas da USP estavam mais preocupadas em estudar a obra dos assassinos Lenin, Mao e Stalin — como faz o doutrinador Paulo Freire, autor da Pedagogia do Oprimido, um clássico da auto-ajuda marxista travestido de ciência pedagógica. Em seu livro, Durkheim sustenta: “Para poder subsistir, [a sociedade] não tem apenas necessidade de suficiente conformismo moral; há um mínimo de conformismo lógico que ela também já não pode dispensar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Henrique Cardoso: políticas petistas do ex-presidente elegeram Lula Em minha dissertação de mestrado sobre violência nas escolas (em que tive de enfrentar o lixo ideológico produzido pela USP e suas pupilas), traduzi com o seguinte exemplo essa máxima durkheimiana: “A moral — como asseveram Durkheim e Piaget — não pode prescindir da lógica. Se um pai ralha com o filho que puxa o rabo do gato apenas pelo prazer de vê-lo miar de dor, necessariamente tem de ralhar com a filha que puxa as orelhas do cão apenas para vê-lo ganir. Sem um mínimo de raciocínio lógico capaz de estabelecer uma analogia entre filho/filha, gato/cão, rabo/orelha/dor, o pai será, necessariamente, injusto, ralhando com um e deixando de ralhar com o outro”. É exatamente por falta desse mínimo de “conformismo lógico”, que a USP (por intermédio do seu Núcleo de Estudos da Violência e do Laboratório da Criança do Instituto de Psicologia) justifica o latrocínio, pedindo penas cada vez mais brandas para assassinos reincidentes, e criminaliza a palmada, tratando como bandidos os pais que apenas querem educar seus filhos. Graças a essa razão bastarda, que leva à degeneração moral, petistas aloprados conseguiram subverter a lógica mais comezinha e — mesmo presos em flagrante delito, num crime que envolve quase 2 milhões de reais — conseguiram não apenas se passar por inocentes como até mesmo culpar suas próprias vítimas. Hoje, numa subversão sem limites da lógica, da moral e do bom senso, o PSDB se tornou culpado pela produção de um dossiê que tinha como objetivo destruir a ele próprio. É como se um assassino — ao ser flagrado por policiais e repórteres imediatamente após cometer o assassinato — simplesmente colocasse a arma na mão de sua vítima, erguesse-lhe o braço caído até o ouvido ensangüentado e apertasse outra vez o gatilho. Depois, abrindo os braços, com um sorriso nos lábios, ditasse a policiais e repórteres a conclusão do inquérito e a manchete do jornal: “Viram? Foi suicídio”. Quando a elite intelectual de um país abandona a razão, ela condena todo o povo a abandonar a moral. É o que vem ocorrendo no Brasil. Mesmo tendo superado Fernando Collor em toda sorte de desmandos, pondo em risco o próprio Estado de Direito, o presidente Lula não conquistou a reeleição por ter enchido a barriga das massas — mas porque a universidade brasileira esvaziou a cabeça das elites. Lula não está sendo reeleito pelos áridos grotões do Nordeste, onde habita um povo injustamente sofrido, mas pelos grotões mentais da USP e suas congêneres — onde homiziam-se estelionatários morais, especialistas em distorcer a ciência para melhor subverter os costumes. Um dos exemplos sintomáticos da subversão de valores protagonizada pelos intelectuais brasileiros é, sem dúvida, o Programa Nacional de Combate à Aids do Ministério da Saúde. Reiteradas vezes escrevi que ele não passa de um instrumento da barbárie gay, pautando-se muito mais pela ideologia marxista do que pelos fatos científicos. Mas confesso que ainda esperava algum escrúpulo desses intelectuais de esquerda, que, afinal, são doutores, com um currículo a zelar. E, no caso, lidam com vida e morte, que não são constructos para deleite intelectual, mas fatos da condição humana. Todavia, a entrevista do cientista norte-americano Robert Gallo ao programa Roda Viva, da TV Cultura (levada ao ar em 9 de outubro último), desvaneceu qualquer esperança de que os graves problemas brasileiros possam ter conserto mesmo a médio prazo. O programa ( que reuniou a nata dos especialistas em Aids do país) simplesmente revela que o Brasil perdeu a cabeça e merece o presidente obtuso que tem. O norte-americano Robert Gallo, 69 anos, é diretor do Instituto de Virologia Humana da Divisão de Ciência Básica do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Co-descobridor do vírus da Aids, juntamente com o francês Luc Montagnier, 74 anos, Gallo pensou que fora convidado para falar de ciência e Aids, mas seus entrevistadores insistiram em questioná-lo sobre política e Bush, com exceção do neurovirologista mexicano Roberto Trujillo. Um exemplo foi a intervenção do infectologista Caio Rosenthal, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, que participou com uma intervenção gravada. Considerado uma das maiores autoridades do país no tratamento da Aids, Rosenthal afirmou que a pesquisa sobre Aids progrediu graças a verbas de países do Terceiro Mundo e de universidades e fundações. Segundo ele, a indústria farmacêutica desenvolve medicamentos com essas verbas públicas e filantrópicas, mas se recusa a baixar os preços dos remédios para países do Terceiro Mundo. Por fim, quis saber o que Robert Gallo achava da peça de ficção que apresentou como fato científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marilena Chauí, pensatriz: ela prefere ser um panfleto ambulante petista Ao contrário dos intelectuais brasileiros que temem a franqueza, o cientista norte-americano não mediu palavras para responder ao infectologista Caio Rosenthal. Gallo foi incisivo: “Para começar, não concordo com as suas premissas. A indústria farmacêutica, que eu saiba, reduziu bastante os preços para a África. (...) Precisamos nos ater aos fatos, não às críticas feitas por aí”. Depois, ensinou a Caio Rosenthal que recursos para pesquisa científica nada têm a ver com verbas para programas sociais (pois vêm de fontes diferentes de financiamento) e lembrou que Bill Gattes destinou uma “verba impressionante” para o desenvolvimento de uma vacina contra a Aids, exigindo que as indústrias envolvidas abdicassem de lucro. O dono da Microsoft doou 287 milhões de dólares para uma rede internacional de 165 pesquisadores, com o objetivo de desenvolver uma vacina contra o HIV, numa prova de que um capitalista não é necessariamente um lobo. Pacientemente, como se faz com menino de jardim da infância, Gallo ensinou a Rosenthal que a indústria farmacêutica “não é um monstro” e até participa, freqüentemente, da pesquisa básica. Ocorre que Caio Rosenthal é um cientista brasileiro e não dá importância a esse negócio de “fato”. Tudo indica que, para ele, Aids não é doença, mas ideologia. Talvez, no seu consultório, na relação médico-paciente, Rosenthal seja mesmo um infectologista, que honra o reconhecimento de que desfruta, mas suas intervenções públicas não são as de um cientista e, sim, as de um charlatão. Em outubro do ano passado, Rosenthal assinou o “manifesto de intelectuais” contra a cassação do deputado petista José Dirceu. Até aí, tudo bem. O cidadão Caio Rosenthal tem todo direito de se comportar como presidente de grêmio livre. Grave é quando o cientista Caio Rosenthal trata a própria Aids como ideólogo e não como pesquisador. Em abril deste ano, o procurador Tranvanvan Feitosa, do Ministério Público Federal no Piauí, ajuizou uma ação pedindo o fim do veto à doação de sangue por parte de homossexuais — norma estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária a partir de consensos científicos produzidos pelas autoridades de saúde. Em reportagem da Folha de S. Paulo, publicada em 20 de abril de 2006, o infectologista Caio Rosenthal comentou o assunto, afirmando que ser homossexual não significa maior risco de contaminação: “O conceito de grupos de risco é ultrapassado. Atualmente, as novas incidências do HIV acontecem mais entre heterossexuais e mulheres. Então eles também deveriam ser rejeitados para doação?” Ora, não é à toa que Caio Rosenthal foi chamado de mentiroso por Robert Gallo no Roda Viva, ao dizer que a indústria farmacêutica não baixou os preços dos medicamentos contra Aids. De fato, Caio Rosenthal mente ao dizer que a contaminação pelo HIV é maior entre mulheres e homens normais. (Digo normais e não heterossexuais, porque não tenho compromisso com a novilíngua esquerdista, mas com o bom senso.) Rosenthal mente com um cinismo espantoso e deveria ser punido com base no Código de Ética Médica. O que se pode esperar de um país em que uma autoridade de saúde não hesita em brincar com dados sobre uma doença letal como Aids? Todas as pesquisas científicas no mundo atestam que os homossexuais continuam sendo os grupos humanos com maior incidência de contágio pelo vírus HIV. Nos Estados Unidos, de acordo com dados oficiais dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, os homossexuais foram responsáveis por 70 por cento de todos os casos de incidência de HIV e Aids notificados em 2004, mesmo representando apenas entre 5 e 7 por cento dos homens adultos e adolescentes do país. No Brasil, os dados só parecem dizer o contrário porque são manipulados impunemente para favorecer o movimento gay. Repito: desde o governo Fernando Henrique Cardoso, sobretudo a partir da gestão do economista José Serra, o Ministério da Saúde comporta-se como garoto-propaganda do movimento gay e manipula dados estatísticos para fazer de conta que os homossexuais deixaram de ser os alvos de maior incidência da Aids e da contaminação pelo HIV. Num país em que até médicos conceituados como Caio Rosenthal não hesitam em manipular dados em defesa da causa gay, o que se pode esperar de uma simples jornalista como Roseli Tardelli, diretora-responsável da Agência de Notícias da Aids, uma das incontáveis entidades sanguessugas que parasitam o vírus HIV? Bem, só se pode esperar aquele fanatismo esquerdista dos filhotes-de-chauí (crias mentais das Marilenas), como o que fica explícito numa das perguntas que joranalista Roseli Tardelli fez ao cientista Robert Gallo no Roda Viva: “A cada minuto, uma criança morre com Aids no mundo. Será que a Aids não está no mundo para mudar um pouco esta lógica do sistema capitalista, inclusive a lógica das patentes que o senhor sutilmente acaba defendendo?” Pelas barbas de São Marx! O HIV é o Vírus Redentor da Religião Gay, anunciando a Nova Era socialista. Homens e mulheres heterossexuais “deste país”: aproveitai para viver seus últimos dias de normalidade sexual! No próximo governo Lula, a “homofobia” não será apenas crime, mas pecado mortal — e estareis condenados ao fogo do inferno, entre choro e ranger de dentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116239165507414863?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116239165507414863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116239165507414863&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116239165507414863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116239165507414863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/11/mais-uma-lucidez-de-jos-maria-e-silva.html' title='Mais uma lucidez de José Maria e Silva: leiam o que escreveu sobre o sanguinário governo Lula'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116221441045288538</id><published>2006-10-30T05:14:00.000-08:00</published><updated>2006-10-30T05:24:18.276-08:00</updated><title type='text'>O resultado final</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Enfim, o final do embate político. Sinceramente, só não fiquei mais triste, porque Alcides Rodrigues ganhou as eleições em Goiás. As nossas vidas são mais afetadas diretamente pelo governador. Daí, não me importar muito com a vitória do Lula. Para quem detém a máquina federal nas mãos (o PT é superescolado nisso), a confirmação do segundo mandato, ontem, foi o óbvio ululante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sei que serão quatro anos difíceis. Mas, para quem sempre lidou com dificuldades, não vejo problema nisso. Estou a um passso de fundar um dos maiores e mais bem-sucedidos movimentos políticos dos últimos anos: a Esquerda Liberal. Eu e meu amigo Sidney estamos em fase de conclusão do texto que irá nortear todas as linhas ideológicas dessa nova guinada na política brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Esquerda Liberal é mais do que um simples movimento político. Ela é, em essência, um modelo governamental. Apontamos todos os problemas cruciais brasileiros e propomos saídas inteligentes para o caos por que passa o País em áreas estratégicas, como saúde, segurança pública, tecnologia e educação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, meus queridos leitores, dêem-me mais um tempinho. Se quiserem construir algo sólido, confiável e eficaz, aguardem a Esquerda Liberal. Ela existe. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116221441045288538?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116221441045288538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116221441045288538&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116221441045288538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116221441045288538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/o-resultado-final.html' title='O resultado final'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116170091011176160</id><published>2006-10-24T07:31:00.000-07:00</published><updated>2006-10-25T06:40:39.610-07:00</updated><title type='text'>A Esquerda Liberal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Custou-me muito aprender a lidar com as falcatruas da esquerda marxista. Não é de hoje que venho conhecendo-a por dentro. Militei por alguns anos (ou, em outras palavras: cooptei muitas almas puras para o rebanho petista!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, depois de muitas discussões com o meu amigo Sidney, cheguei a uma definição mais ideal de movimento político: a &lt;strong&gt;Esquerda Liberal&lt;/strong&gt;. Já estamos discutindo um manifesto, para que todos tenham acesso ao mais novo modelo de sociedade. É aguardar e viver. Mantê-los-ei informados. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116170091011176160?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116170091011176160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116170091011176160&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116170091011176160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116170091011176160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/esquerda-liberal.html' title='A Esquerda Liberal'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116059407398682423</id><published>2006-10-11T12:11:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T12:14:33.986-07:00</updated><title type='text'>Renato Manfredini Júnior (1960-1996)</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116059407398682423?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116059407398682423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116059407398682423&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116059407398682423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116059407398682423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/renato-manfredini-jnior-1960-1996.html' title='Renato Manfredini Júnior (1960-1996)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116059344242713282</id><published>2006-10-11T11:59:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T12:10:19.376-07:00</updated><title type='text'>A morte de Renato Russo e os meus 10 anos de Jornalismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“É tão estranho / Os bons morrem jovens / Assim parece ser / Quando me lembro de você/ Que acabou indo embora cedo demais...” (Renato Russo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem no ano em que ingressei no Jornalismo (1996), Renato Russo partiu desta para melhor. Comecei no jornal &lt;strong&gt;Ponto de Vista&lt;/strong&gt; como resenhador de livros de literatura indicados para o vestibular da UFG.&lt;br /&gt;Depois que o Fleurymar (evoé, meu amigo!) contratou o editor Pinheiro Salles, tudo mudou. Tive de fazer reportagens sobre cultura, com convencimento de jornalista profissional. Ocorre que, naquele ano, eu cursava o 3º ano de Letras na UFG. Não vinha, como muitos, do curso de Jornalismo. Minha experiência se limitava à leitura sistemática de jornais e revistas. E de livros sobre Jornalismo (&lt;em&gt;Linguagem jornalística&lt;/em&gt;, de Nilson Lage, por exemplo).&lt;br /&gt;Confesso que minha escrita era muito irregular, porque na faculdade não se escreve com regularidade. Meus professores não eram um bom exemplo a se seguir. Minto: tive dois (Laércio e Vítor Hugo) que me ensinaram que o professor de Português, para justificar esse ofício, tem de saber ler e escrever bem.&lt;br /&gt;Mas, para a minha sorte ou para o meu azar, Pinheiro Salles (apesar de seu esquerdismo exacerbado) me ensinou a ser enxuto, seco, diretivo na redação. Foi aí que afiei a minha veia prosaica. A minha precisão vocabular. A minha ironia.&lt;br /&gt;Dou a mão à palmatória: em 1996, eu era, de cor e salteado, um boboca a serviço da esquerda (leiam as minhas 10 lições práticas sobre esse assunto a dois textos abaixo). Em momentos de descontração, Pinheiro e eu compusemos duas canções. Letra, dele; música, minha.&lt;br /&gt;Antes, porém, desse episódio, escrevi uma crônica sobre a morte de Renato Russo no dia 11 de outubro daquela primavera funesta de 1996. Fiquei feliz, pois, para um iniciante, o texto correspondeu à expectativa. Hoje, lendo-o, faria muito melhor. Afinal, 10 anos separam-nos daquela homenagem.&lt;br /&gt;A epígrafe continua a mesma. Retrata, com precisão, o sentimento que me abateu, quando soube da morte de meu ídolo musical. Aprendi a tocar violão ouvindo Legião Urbana. Tocando, toscamente, &lt;em&gt;Tempo Perdido&lt;/em&gt;. Que pena que a tempestade que chega não é da cor daqueles olhos castanhos. A tempestade é vermelha, e tem nome e sobrenome: Lula e PT.&lt;br /&gt;Renato Russo, tenho plena convicção disso, não se compactuaria com dossiês, mensalões, a exemplo de músicos como Wagner Tiso e Zeca Pagodinho, tão benevolentes que são com o governo corrupto de Luís Inácio Lula da Silva.&lt;br /&gt;Para mim, rememorar ainda é uma incógnita. Sei que é bom viver a vida da melhor maneira. Tenho muita saudade das melodias de Renato Russo. Da minha entrada no Jornalismo. E, melhor do que isso, do meu processo de desidiotização durante esses 10 anos que me separam da morte do líder da Legião e do meu primeiro contato com o mundo porra-louca do Jornalismo.&lt;br /&gt;Por isso, dedico este texto aos meus alunos do 1º ano de Jornalismo da UFG de 2003 (no final deste ano, muitos se formarão), e a todos aqueles jovens jornalistas que não confundem os homófonos incipiente/insipiente como sinônimos. Se bem que são raríssimos esses jovens. Dedico também ao exímio jornalista do &lt;strong&gt;Opção&lt;/strong&gt;, José Maria e Silva, um exemplo de Jornalismo crítico e decente, que me ensinou a duvidar da esquerda. E, por último, ao meu primeiro editor Pinheiro Salles com todos os seus &lt;em&gt;efes&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;erres&lt;/em&gt;. Há braços. &lt;em&gt;Estou indo de volta pra casa&lt;/em&gt;... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116059344242713282?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116059344242713282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116059344242713282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116059344242713282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116059344242713282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/morte-de-renato-russo-e-os-meus-10.html' title='A morte de Renato Russo e os meus 10 anos de Jornalismo'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116048615905687817</id><published>2006-10-10T06:13:00.000-07:00</published><updated>2006-10-10T06:18:09.356-07:00</updated><title type='text'>Mais uma lei hedionda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não ficarei omisso quanto à nova lei que entrou em vigor ontem: a dos usuários de drogas. Estou escrevendo o que penso sobre isso. Vocês verão que, mais uma vez, a esquerda conseguiu massacrar o direito à vida, descriminalizando o usuário, que é, em essência, co-autor dos crimes praticados por traficantes de drogas. Amanhã, publico o texto. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116048615905687817?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116048615905687817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116048615905687817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116048615905687817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116048615905687817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/mais-uma-lei-hedionda.html' title='Mais uma lei hedionda'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116023401076474586</id><published>2006-10-07T08:07:00.000-07:00</published><updated>2006-10-07T08:13:30.773-07:00</updated><title type='text'>A primeira pesquisa e o primeiro debate</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ontem, o Datafolha divulgou a primeira pesquisa de intenção de votos para presidente da República. Não houve novidade. Teoricamente, a diferença entre Alckmin e Lula se mantém na casa dos 7 pontos percentuais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como ocorreu no primeiro turno, espera-se que, depois do horário político gratuito na TV e no rádio, o tucano abra vantagem sobre o pseudopresidente Lula. É bom não se esquecer de que a Band realiza amanhã, às 20 horas, um debate em que estarão frente a frente as duas vertentes que pretendem governar o Brasil pelos próximos quatro anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Torço para que Alckmin destrua o sapo barbudo antes mesmo do debate que a Globo promoverá às vésperas da eleição. Afinal de contas, o Lulinha é muito ruim de argumento, principalmente porque finge não ouvir nada, não ver nada, não desconfiar de nada. Mentira tem pernas curtas. A do pseudopresidente virá à tona neste segundo turno. Evoé. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;P.S.: não deixem de ver o debate.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116023401076474586?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116023401076474586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116023401076474586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116023401076474586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116023401076474586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/primeira-pesquisa-e-o-primeiro-debate.html' title='A primeira pesquisa e o primeiro debate'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-116013878484831211</id><published>2006-10-06T05:38:00.000-07:00</published><updated>2006-10-08T05:41:30.813-07:00</updated><title type='text'>As 10 maneiras mais fáceis de se tornar um idiota a serviço da esquerda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1- Declare-se revolucionário, citando Karl Marx, mesmo sem ter lido uma linha sequer de &lt;em&gt;O Capital&lt;/em&gt;, ou mesmo do pseudopanfletário &lt;em&gt;Movimento Comunista&lt;/em&gt; (a farsa de Marx e Engels);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Filie-se ou ao PT, ou ao PC do B, ou ao PSTU, ou ao PCB, ou ao Psol. Dedique grande parte de seu tempo diário às balelas dos líderes desses partidos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Insista na idéia hedionda, segundo a qual a bandidagem é fruto das desigualdades sociais, típicas de países capitalistas, selvagens, subdesenvolvidos (a burguesia é sempre culpada);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Defenda o &lt;strong&gt;Estatuto da Criança e do Adolescente&lt;/strong&gt;, sem se dar conta de que ele é a chave principal da porta que se abre para o incentivo aos crimes praticados por bandidos-mirins;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Leia todos os textos de Leonardo Boff, Frei Beto, Marilena Chauí, Emir Sader e Paulo Freire (orgulhe-se desse raro privilégio diante de seus professores de História, Geografia, Filosofia, Português e Ciências Sociais);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Acuse a burguesia dos crimes que você próprio irá cometer em nome da Revolução (lembre-se, sempre, da máxima de Lênin: "Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 – Atribua aos Estados Unidos todos os pecados venais dos países da América Latina (detalhe: não se esqueça de que o seu ídolo contemporâneo é Hugo Chavéz, o maior boboca da história sulamericana);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – Jamais desconfie do Foro de São Paulo, e da ligação dos partidos de esquerda com ele; tampouco, não veja ligação das Farc com o PT, com o PC do B, com o PCC;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9- Nunca se deixe levar pela idéia equivocada de que a cúpula dos partidos de esquerda nada tem que ver com a roubalheira que tomou de assalto todas as instituições ideológicas do Estado de 2003 para cá;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10- Por fim, atenda ao chamado urgente dos líderes esquerdistas, quando eles disserem: “Vamos botar a militância na rua”, “Vamos liberar a militância para votar em quem quiser no segundo turno” (não se esqueça de que o PT, em Goiás, estará ao lado de Íris e Maguito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são, em resumo, dicas valiosas para que você se sinta orgulhoso de ser um idiota revolucionário. Siga, à risca, todos esses procedimentos. Não se preocupe com o que vão dizer os seus colegas: eles serão os primeiros a colocarem uma bola vermelha bem na ponta do seu nariz. Há braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: &lt;em&gt;É sempre bom lembrar que um copo vazio está cheio de ar&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-116013878484831211?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/116013878484831211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=116013878484831211&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116013878484831211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/116013878484831211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/as-10-maneiras-mais-fceis-de-se-tornar.html' title='As 10 maneiras mais fáceis de se tornar um idiota a serviço da esquerda'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115996919282524601</id><published>2006-10-04T06:37:00.000-07:00</published><updated>2006-10-04T06:39:52.836-07:00</updated><title type='text'>Amanhã será um lindo dia...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Queridos e amados leitores: aguardem, para amanhã, um texto que está quase pronto sobre o perigo que é apoiar o governo criminoso de Lula. Vou enumerar dez lições que transformam um cidadão de bem em idiota da esquerda, em cego político, em burro-de-cargas. A famosa expressão "massa de manobra" serve, como um brinco, na orelha de todos os militantes do PT e do PC do B. Aguardem! Dias melhores virão. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115996919282524601?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115996919282524601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115996919282524601&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115996919282524601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115996919282524601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/amanh-ser-um-lindo-dia.html' title='Amanhã será um lindo dia...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115988100044787129</id><published>2006-10-03T06:05:00.000-07:00</published><updated>2006-10-03T07:06:00.763-07:00</updated><title type='text'>Um novo tempo vem aí!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Cumprimos o nosso dever cívico: levamos a eleição para o segundo turno. Agora, depois de passadas as intempéries, é o momento de refletirmos sobre as estratégias e aplicá-las ao embate político.&lt;br /&gt;Lula vai amargar a pior derrota de sua vida. Nós, as pessoas de bem, iremos nos livrar de um governo autoritário, canalha, cuja cúpula partidária está toda envolvida com o crime organizado.&lt;br /&gt;Não se espantem com os ataques que o PCC comandará em São Paulo nos próximos dias. A ordem partirá de membros da coordenação de campanha de Lula. E, como sempre, ele negará e afastará todos os envolvidos (cretinice é marca registrada do sapo barbudo). Mas, fico feliz, porque a cúpula petista só não é mais burra por falta de espaço. É isso. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115988100044787129?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115988100044787129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115988100044787129&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115988100044787129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115988100044787129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/10/um-novo-tempo-vem.html' title='Um novo tempo vem aí!'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115944887843599849</id><published>2006-09-28T06:06:00.000-07:00</published><updated>2006-09-28T06:07:58.436-07:00</updated><title type='text'>Imagem do dia (que bom se houvesse a possibilidade do segundo turno!)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4832/3540/1600/20060927-datafolha-presidente-sudeste%5B1%5D.0.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4832/3540/320/20060927-datafolha-presidente-sudeste%5B1%5D.0.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até domingo, muitas águas vão rolar. Geraldo chegá lá! Com a força do bobo, o Lula ameaça a democracia brasileira!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115944887843599849?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115944887843599849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115944887843599849&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115944887843599849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115944887843599849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/imagem-do-dia-que-bom-se-houvesse_28.html' title='Imagem do dia (que bom se houvesse a possibilidade do segundo turno!)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115936020815726204</id><published>2006-09-27T05:29:00.000-07:00</published><updated>2006-09-28T05:58:10.576-07:00</updated><title type='text'>Dia bom para tornar felizes os meus pares!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4832/3540/1600/17485744.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4832/3540/320/17485744.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, irei ao Veinho. Ele é dono da chácara, de onde tirei esta foto. Passa um córrego no fundo (Capivara), o verde é dantesco, a vida vívida... Invejo-o, meu querido leitor! vá lá, vale a pena!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115936020815726204?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115936020815726204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115936020815726204&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115936020815726204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115936020815726204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/dia-bom-para-tornar-felizes-os-meus.html' title='Dia bom para tornar felizes os meus pares!'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115935943104817094</id><published>2006-09-27T05:15:00.000-07:00</published><updated>2006-09-27T05:19:38.826-07:00</updated><title type='text'>Imagem do dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4832/3540/1600/P%3F%3Fr-do-sol.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4832/3540/320/P%3F%3Fr-do-sol.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece estranho, mas não é. Começo o dia com o pôr-do-sol. Quem sabe, assim, termino minha existência mais cedo. Hoje. Ir além, para mim, do cotidiano conturbado de Goiânia. É isso. Desfrutem-no! Há braços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115935943104817094?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115935943104817094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115935943104817094&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115935943104817094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115935943104817094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/imagem-do-dia.html' title='Imagem do dia'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115806543363184021</id><published>2006-09-12T05:48:00.000-07:00</published><updated>2006-09-12T05:53:29.560-07:00</updated><title type='text'>Modelo de trabalho prático para alunos da Salgado (especial)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA&lt;br /&gt;ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA&lt;br /&gt;Prof. Mestre Cleiton dos Santos Pereira&lt;br /&gt;Luziânia, GO, 12 de setembro de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRABALHO PRÁTICO DE ESTILÍSTICA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMA&lt;/strong&gt;: Figuras de sintaxe&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSUNTO&lt;/strong&gt;: Anacoluto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPO DE PREPARAÇÃO&lt;/strong&gt;: 8 horas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPO DE EXCUÇÃO&lt;/strong&gt;: 8 horas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPO DE CORREÇÃO DE TEXTOS&lt;/strong&gt;: 6 horas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPO DE DISCUSSÃO COM OS ALUNOS&lt;/strong&gt;: 3 horas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPO DE REVISÃO DETALHADA&lt;/strong&gt;: 5 horas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TOTAL&lt;/strong&gt;: 30 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimular o raciocínio lógico por meio de construções sintáticas, que ofereçam níveis satisfatórios de produção textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Justificativa&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensino de análise sintática (em outros tempos, análise lógica) é muito controverso. Questiona-se a eficácia dele. A meu ver, a qualidade da análise depende única e exclusivamente da competência do profissional que se propõe a desenvolver o exercício com conhecimento de causa. Por isso, os objetivos desse tipo de aula só serão atingidos se houver material didático de excelente nível e professor de Português que tenha domínio pleno da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metodologia&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação de teoria; leitura de textos em prosa e em verso; caracterização sintática a partir de transparências; produção discursiva ao término das explicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia básica&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARISTÓTELES. &lt;em&gt;Arte retórica e arte poética&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1969.&lt;br /&gt;CAMARA JR, J. Mattoso. &lt;em&gt;Contribuição à estilística da língua portuguesa&lt;/em&gt;. 24. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1997.&lt;br /&gt;GOLDSDTEIN, Norma. &lt;em&gt;Versos, sons e ritmos&lt;/em&gt;. 7. ed. São Paulo: Ática, 1991.&lt;br /&gt;LAPA, M. Rodrigues. &lt;em&gt;Estilística da língua portuguesa&lt;/em&gt;. São Paulo: Martins Fontes, 1988.&lt;br /&gt;Martins, Nilce Sant”Anna. &lt;em&gt;Introdução à estilística&lt;/em&gt;. São Paulo: T. ª Queiroz, 2000.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115806543363184021?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115806543363184021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115806543363184021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115806543363184021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115806543363184021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/modelo-de-trabalho-prtico-para-alunos.html' title='Modelo de trabalho prático para alunos da Salgado (especial)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115798242063877304</id><published>2006-09-11T06:17:00.000-07:00</published><updated>2006-10-03T07:00:53.116-07:00</updated><title type='text'>Estado de torpor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A inversão lógica dos direitos civis brasileiros é espantosa. A cada dia, reflito sobre os perigos iminentes de grupos crimosos que tomaram de assalto as instituições públicas. Quanto mais tento entender esse mecanismo, pergunto-me, boquiaberto: até quando iremos ficar parados, escrevendo textinhos na internet, colunas em jornal de circulação restrita, como o &lt;strong&gt;Opção&lt;/strong&gt;, em Goiânia (veja-se o último texto do Zé Maria, &lt;em&gt;Promotoria rasga Estatuto)&lt;/em&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O crime avança espantosamente, e nós, pessoas de bem, sofremo-lo na pele. Durmo assustado. Acordo assustado. A facilidade com que o criminoso atua nas ruas Goiânia é assustadora. Há, entre eles, policiais civis infiltrados, corrompidos por traficantes de drogas. Hoje, o glamur do bandido goiano é ser traficante. E, pasmem!, até carros preferenciais eles têm: Golf ou Audi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda a violência urbana (a rural está quase chegando lá!) tem origem no tráfico de drogas. É muita grana em jogo. A apreensão que a polícia paraguaia fez na semana passada, na fronteira com o Brasil, é a ponta imperceptível do iceberg. Todos os dias, sem exceção, entram, pela fronteira brasileira, armas, drogas, arsenais de guerra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As Forças Armadas não podem agir, porque os esquerdóides iriam acusá-la de "golpe contra a democracia". A esquerda faz um mal tão grande à nação, que o despertar para ela já pode ser tarde. Despertei faz pouco tempo. Vi o quanto fui nocivo a pessoas humildes, que acreditavam em mim, como centenas de alunos que passaram pelas minhas mãos em mais de 11 anos de sala de aula.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Onde moro, no setor Balneário, há uma gangue de criminosos (traficantes, assaltantes, assassinos), cuja idade varia de 14 a 17 anos. Ou seja: são menores de idade, não sabem o que fazem. Basta que a polícia os aborde, que a frase de efeito é proferida: "sou de menor!". Ai dos policiais que não atenderem a essa ordem!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há, entre os criminosos, o líder, um tal de Dioninho. Ele perambula pelo bairro, sobre uma motocicleta, conhecida por mobilete, com o rosto de quem sabe de cor e salteado todas as leis hediondas do Estatuto da Criança e do Adolescente, por ser "de menor". A empáfia naquele rosto criminoso atiça, em mim, o mais perturbador dos sentimentos: o ódio. Tenho medo desse sentimento. Ele me ressuscita a ira. Estimula o rancor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda este ano, vou promover discussões sérias, com pessoas sérias, sobre a possibilidade de criação de um fórum permanente, para que se discutam, todos os dias, a estratégia de bandidos nos bairros, a atuação da polícia civil nos bairros, a atuação da PM nos bairros. Temos de aprender a exigir, estrategicamente, direitos, respeito à nossa dignidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O estado de torpor em que se encontra a sociedade brasileira (em especial, a goiana!) deve ser combatido com discussões, estratégia e ação. É só agindo, que seremos respeitados. Se dependermos das instituições públicas (entupidas até a goela pela esquerda!), seremos reféns de uma guerra sem fim, cujos comandantes declarados são o Foro de São Paulo, o PCC, as Farcs, o PT, o PC do B, os sindicados partidarizados e os policiais civis e militares corruptos. Acordemos, meus amigos, enquanto há tempo! Há braços. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115798242063877304?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115798242063877304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115798242063877304&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115798242063877304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115798242063877304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/estado-de-torpor.html' title='Estado de torpor'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115754668515729425</id><published>2006-09-06T05:42:00.000-07:00</published><updated>2006-09-06T05:53:44.350-07:00</updated><title type='text'>Oração em homenagem aos que ainda crêem na salvação brasileira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Deus, Senhor da Boa Esperança: indigno-me todos os dias em Seu nome.&lt;br /&gt;Sois a palavra exata para o momento preciso.&lt;br /&gt;Nós, os bem-aventurados, ainda não tomamos conta da gravidade por que passa o nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dize, Senhor Bom, se podemos acreditar em algo sublime, que traga sossego e paz aos homens de boa vontade!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Renego meus defeitos, para, em Vosso nome, dizer: "Deus tem de existir! Ele precisa existir! Minha esperança depende da existência d´Ele!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;___&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meus queridos e amados amigos: apego-me a tudo, só para me encorajar ao enfrentamento. Precisamos nos livrar dos parasitas políticos. Em Goiás, os vagabundos querem vencer à custa de estelionato. Vendem bolsa para tudo: chegou a hora de criarmos o bolsa-cadeia. Temos de enfiá-los lá! Cadeia neles, meus amigos! Evoé. Há braços. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixo, com ternura, este belíssimo soneto de Augusto dos Anjos, &lt;em&gt;Amor e Crença&lt;/em&gt;. Oxalá!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_______&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sabes que é Deus? Esse infinito e santo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ser que preside e rege os outros seres,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que os encantos e a força dos poderes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reúne tudo em si, num só encanto?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse mistério eterno e sacrossanto,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa sublime adoração do crente,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse manto de amor doce e clemente&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que lava as dores e que enxuga o pranto?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ah! Se queres saber a sua grandeza&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Estende o teu olhar à Natureza, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fita a cúp'la do Céu santa e infinita!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus é o Templo do Bem. Na altura imensa, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O amor é a hóstia que bendiz a crença, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ama, pois, crê em Deus e... sê bendita!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115754668515729425?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115754668515729425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115754668515729425&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115754668515729425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115754668515729425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/orao-em-homenagem-aos-que-ainda-crem.html' title='Oração em homenagem aos que ainda crêem na salvação brasileira'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115714313053561036</id><published>2006-09-01T13:28:00.000-07:00</published><updated>2006-11-10T06:09:11.496-08:00</updated><title type='text'>Como é fácil escrever poemas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tenho birra enorme com alguns teóricos das Letras, que insistem em dizer que não é função do professor de Português ensinar o aluno a produzir textos literários. Isso é mentira. Transformo qualquer um em literato do dia para a noite (quem duvidar, que me procure!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha experiência como professor de língua materna e como escritor prova-me, a cada dia, o que nem todo mundo sabe: não existe inspiração; existe, sim, transpiração. Transpirando, escrevemos bem. O hábito determina a qualidade do que se escreve.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou provar como é fácil escrever poemas. Peguei a escola literária Simbolismo como modelo. Veja o poema que criei a partir dos traços estilísticos simbolistas. O poema se chama &lt;em&gt;Música&lt;/em&gt; (na verdade, um soneto de versos livres). Aliás, musicado pelo compositor José Miguel Rodrigues. Ei-lo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;____________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Violões cantam o lirismo celestial,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os anjos soam no ar as canções bíblicas,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os místicos sons das toadas líricas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Flamejam o flavo, o fluente, o fluvial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;....&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Harpas azuis, alvas aliterações,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eclesiásticas canções do trêmulo clamor,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A virgem-voz evidencia o esplendor&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Das sensações, das emoções, das vibrações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;....&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinfonicamente, a vigília dos olhos teus&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acaricia a claustra alma, os sonhos meus&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viabilizam baladas de seu rútilo coração,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;....&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Música, aclamem na aurora luz dos meus dias!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a incontestável candidez que, dos brilhos, fazia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entorpecer os semitons e tons da Primogênita Canção!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;....&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Observe que não há nenhum momento de &lt;em&gt;spleen&lt;/em&gt;. Qualquer pessoa lúcida, que mantenha a prática da escrita diária, consegue produzir algo parecido. Os poetas não são iluminados. Como todo bom escritor, o que eles se limitam a fazer é pensar, organizar, escrever. Feito isso, caro leitor, você também pode produzir textos diversos. Experimente. É isso. Há braços.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115714313053561036?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115714313053561036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115714313053561036&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115714313053561036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115714313053561036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/como-fcil-escrever-poemas.html' title='Como é fácil escrever poemas'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115714161416042508</id><published>2006-09-01T13:06:00.000-07:00</published><updated>2006-09-01T13:16:20.656-07:00</updated><title type='text'>As trilhas da dor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em frenesi, a narrativa de&lt;/em&gt; Bicho de Sete Cabeças &lt;em&gt;traduz a angústia da personagem principal por meio da música&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se conseguiu ou não ser um grande filme, os críticos que se virem (sejam eles especializados ou coisa que os valha!). Só sei que negar a qualidade de &lt;em&gt;Bicho de Sete Cabeças&lt;/em&gt; (Brasil, 2000) é dar tiros no escuro.&lt;br /&gt;A diretora Laís Bodanzky conseguiu feito louvável ao misturar narrativa e música, com esta última ditando o ritmo, as seqüências do filme. Direção musical segura de Arnaldo Antunes e André Abujamra, o enredo todo parte das canções para direcionar a trama das personagens. Do início ao fim.&lt;br /&gt;Tem tudo que ver a vida de Neto (Rodrigo Santoro) com os temas musicais. A cada seqüência, um verso diferente, carregado de dramaticidade, cuja descrição lingüística revela os conflitos entre pai e filho, entre amigos, entre ímpetos adolescentes, entre sexo e dor.&lt;br /&gt;A vida em manicômio, não sei se na mesma proporção que se vê no filme, aparece como &lt;em&gt;o caos telúrico profundo&lt;/em&gt;. O pai (Othon Bastos) de Neto não o entende; os amigos de Neto não o entendem; a mãe (Cássia Kiss), sim, o entende. Os loucos, no manicômio, não só o entendem, como o reverenciam (o filme é adaptação do livro &lt;em&gt;Canto dos Malditos&lt;/em&gt;, de Astregésilo Carrano, personagem real de uma história aterradora).&lt;br /&gt;Assim se constrói &lt;em&gt;Bicho de Sete Cabeças&lt;/em&gt;: um filho incompreendido, um pai intolerante, um médico sádico, canastrão e sovina, uma vida usurpada pela incompreensão. Rodrigo Santoro demonstrou muita segurança ao viver o azarado Neto (aliás, o que não faltou foram premiações para o filme no Festival de Brasília; a de melhor ator, entre elas). Azarado, porque não se fazia compreender. Parece muito a incompreensão da personagem Piano, de &lt;em&gt;A enxada&lt;/em&gt; (conto antológico do goiano Bernardo Élis): quanto mais se busca resposta para coisas aparentemente simples, mais surgem complicações; e o desfecho, como sempre, não favorável ao protagonista.&lt;br /&gt;Particularmente, não sei se por ser compositor, observo muito a trilha sonora dos filmes. Em &lt;em&gt;Bicho de Sete Cabeças&lt;/em&gt;, Arnaldo Antunes mantém a sua performance psicodélica, encaixando cada verso, cada melodia, cada arranjo, aos passos de Neto, em seu árduo caminho de aflição. Nisso, o mérito do filme deve muito à qualidade musical da trilha.&lt;br /&gt;Em toda boa película, há sempre as seqüências mais marcantes. Para mim, as cenas finais de Neto, em provável tentativa de suicídio, não deixam dúvidas quanto à narrativa agonizante que se confunde com a música, revelada diante da direção precisa de Laís Bodanzky. Nesse momento, as lágrimas dificilmente se escondem.&lt;br /&gt;Eu poderia muito bem falar também dos defeitos do filme. Mas não costumo falar mal das coisas de que gosto. Se me emociono, esqueço as partes ruins. &lt;em&gt;Bicho de Sete Cabeças&lt;/em&gt; tem problemas também. Mas os omito por pura (ir)responsabilidade. Afinal de contas, todo resenhador é um pouco canalha: enaltece umas coisas; esculhamba outras. Ossos do ofício, meu rei! Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115714161416042508?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115714161416042508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115714161416042508&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115714161416042508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115714161416042508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/09/as-trilhas-da-dor.html' title='As trilhas da dor'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115668729335650283</id><published>2006-08-27T06:55:00.000-07:00</published><updated>2006-08-29T07:05:11.256-07:00</updated><title type='text'>Domingo: um dia bom para a languidez</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Domingo é bom. Todo mundo sabe. Alguns reclamam porque ele antecede a segunda-feira. Quer dizer: se não houvesse a segunda-feira, reclamariam da terça-feira, e assim sucessivamente.&lt;br /&gt;Gosto do domingo. Há muito o discuto em minhas crônicas. Fiz vários textos sobre ele, cuja essência lembrava a canção do U2 &lt;strong&gt;Sunday Bloody Sunday&lt;/strong&gt;. Muitos morreram no domingo: Princesa Daiana, Mamonas Assassinas, por exemplo. Hoje, vou-lhes mostrar um poema sensualíssimo de Olavo Bilac, o mesmo que se estuda em faculdades de Letras como o poeta objetivo, ourives, seco. Tirem a conclusão vocês próprios se ele é ou não é lírico. Às favas com as faculdades de Letras. Eis &lt;em&gt;Satânia&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nua, de pé, solto o cabelo às costas,&lt;br /&gt;Sorri. Na alcova perfumada e quente,&lt;br /&gt;Pela janela, como um rio enorme&lt;br /&gt;De áureas ondas tranqüilas e impalpáveis,&lt;br /&gt;Profusamente a luz do meio-dia&lt;br /&gt;Entra e se espalha palpitante e viva.&lt;br /&gt;Entra, parte-se em feixes rutilantes,&lt;br /&gt;Aviva as cores das tapeçarias,&lt;br /&gt;Doura os espelhos e os cristais inflama.&lt;br /&gt;Depois, tremendo, como a arfar, desliza&lt;br /&gt;Pelo chão, desenrola-se e, mais leve,&lt;br /&gt;Como uma vaga preciosa e lenta,&lt;br /&gt;Vem lhe beijar a pequenina ponta&lt;br /&gt;Do pequenino pé macio e branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobe... cinge-lhe a perna longamente;&lt;br /&gt;Sobe...- e que volta sensual descreve&lt;br /&gt;Para abranger todo o quadril!- prossegue,&lt;br /&gt;Lambe-lhe o ventre, abraça-lhe a cintura,&lt;br /&gt;Morde-lhe os bicos túmidos dos seios,&lt;br /&gt;Corre-lhe a espádua, espia-lhe o recôncavo&lt;br /&gt;Da axila, acende-lhe o coral da boca,&lt;br /&gt;E antes de se ir perder na escura noite,&lt;br /&gt;Na densa noite dos cabelos negros,&lt;br /&gt;Pára confusa, a palpitar, diante&lt;br /&gt;Da luz mais bela dos seus grandes olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aos mornos beijos, às carícias ternas,&lt;br /&gt;Da luz, cerrando levemente os cílios,&lt;br /&gt;Satânia os lábios úmidos encurva,&lt;br /&gt;E da boca na púrpura sangrenta&lt;br /&gt;Abre um curto sorriso de volúpia..."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115668729335650283?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115668729335650283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115668729335650283&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115668729335650283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115668729335650283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/domingo-um-dia-bom-para-languidez.html' title='Domingo: um dia bom para a languidez'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115573172239824623</id><published>2006-08-16T05:29:00.000-07:00</published><updated>2006-09-06T05:31:44.923-07:00</updated><title type='text'>A era da telecracia global</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em 41 anos de existência, atribuíram-se à TV Globo várias alcunhas, desde a de destruidora dos lares brasileiros à de porta-voz oficial do governo; esta, pelo visto, é a mais coerente com toda a programação da emissora carioca&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 26 de abril de 1965, surgiu, no Rio de Janeiro, a emissora que se tornou a mais influente fonte de formação discursiva do Brasil: a TV Globo. Naquele contexto, um ano após o golpe militar de 64, a esquerda brasileira construiu seu alicerce ideológico, delegando à Globo o atributo de mercenária, porta-foz dos militares, direitista, pelega, conservadora.&lt;br /&gt;No Brasil, de fato, não há escolha: quem não for de esquerda será: direitista, pelego, conservador. Reside, aí, um fator fundamental para entendermos essa trajetória de inferno e glória por que passou a emissora de Roberto Marinho.&lt;br /&gt;Em nenhum momento de sua história, a Rede Globo deixou de favorecer os governos hegemônicos que passaram por Brasília. Se for para condená-la, a esquerda deve repensar duas ou mais vezes o conceito de porta-voz oficial do governo. De todas as TVs privadas em funcionamento no Brasil, não há nenhuma que seja tão benevolente com o governo Lula como a Globo.&lt;br /&gt;Todas as viagens do presidente têm cobertura exclusiva da Vênus Platinada. Todos os discursos atrapalhados (insólitos, melhor diria!) de Lula são editados como se fossem aula de cultura geral (França), diplomacia (Haiti) e redenção (África). A sensação que tenho (e isso é pavoroso!) é que Luís Inácio Lula da Silva não briga exclusivamente para que o País tenha assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Pelo contrário: tenho certeza de que ele quer suceder Kofi Annan na Presidência da Organização das Nações Unidas.&lt;br /&gt;Por enquanto, esqueçamos essas bobagens! Partamos para outra forte jogada global (na visão da esquerda, é claro!): a teledramaturgia. Não tenho dúvida de que a Globo é, seguramente, uma das mais fortes redes de TV no mundo que produzem programas com qualidade inquestionável. Não é à toa que ela é considerada a quarta maior rede do planeta. Mas isso não a livra dos esquerdistas de plantão que a têm como produtora, em suas telenovelas, de cenas obscenas, de violência, de incentivo às drogas, ao homossexualismo e ao escambau!&lt;br /&gt;Porém, o buraco é mais em cima. Vejamos alguns pequenos exemplos: Cassiano Gabus Mendes (já falecido) escreveu &lt;em&gt;Que rei sou eu?&lt;/em&gt;, em 1989, e dizia a esquerda que o protagonista (Jean Pierre), vivido por Edson Celulari, nada mais era do que o Collor disfarçado. Para piorar a situação, no mesmo ano, Lauro César Muniz escreveu &lt;em&gt;O salvador da pátria&lt;/em&gt;, cujo protagonista era vivido por Lima Duarte (o bobalhão, retardado, analfabeto, que se tornou líder e fracassou). O nome da personagem? Sassá Mutema. E tchantchantchantchan!!! Não se assustem: sim, para a esquerda, era o Lula em carne e osso. Por isso, ele perdeu a primeira eleição direta, depois dos governos militares.&lt;br /&gt;A história, todo mundo sabe: Collor ganhou a eleição. Confiscou poupança. Aprontou o escarcéu com seu fiel tesoureiro PC Farias. E, enfim, dançou! Eis que surge Gilberto Braga com seus &lt;em&gt;Anos rebeldes&lt;/em&gt; (1992). Contam que a minissérie dele foi a causadora do movimento dos caras-pintadas. Ora: a Globo não é nefasta? Como poderia, sendo porta-voz da direita, favorecer os estudantes, os trabalhadores, os desfavorecidos? Bem: aí é uma outra história...&lt;br /&gt;Do impeachment para cá, a Globo investiu em outras produções, das quais se destaca &lt;em&gt;Pátria Minha&lt;/em&gt;, de 1994 (novamente com Gilberto Braga no comando). Para espanto geral da nação petista, houve, nesse ano, a Copa do Mundo nos EUA. Na visão esquerdista, a intenção da novela era exaltar o ufanismo brasileiro, revestido com a conquista do tetra. E o pior! Em 1º de julho daquele tenebroso ano de 1994, surgiu o Real. Seu criador foi alçado ao posto-mor da nação. E Luís Inácio Lula da Silva amargou, meses depois, mais uma derrota presidencial.&lt;br /&gt;Pelo que vimos até agora, nesta breve análise dos 41 anos da Globo, uma coisa fica clara: ela não abriu mão de seus princípios éticos, ao apoiar os presidentes do Brasil. Encurtando a conversa: em oito anos de governo, Fernando Henrique passou por agruras, diabruras e outras mulas, por ser o maior representante neoliberal das Américas. Mais uma ilusão ótica da esquerda.&lt;br /&gt;Posto isso, daqui em diante, vou mostrar a benevolência global para com o PT. Afora a fictícia Alca (que só existiu nos discursos de professores, alunos, sindicalistas e jornalistas), todos os ventos sopraram para que Lula assumisse seu lugar no Palácio do Planalto em 2002. Aguinaldo Silva (esquerdista oculto) escreveu, nesse ano, &lt;em&gt;Porto dos milagres&lt;/em&gt;. O protagonista Guma (Marcos Palmeira) tinha tudo para ser presidente do Brasil: simples, honesto, de origem pobre, batalhador e, o melhor de tudo, LÍDER.&lt;br /&gt;Quem acompanhou o último capítulo da novela percebeu que Guma assumiu a prefeitura da cidade, com o discurso segundo o qual com sangue, suor e lágrima atinge-se o objetivo sem parcimônia. A esquerda conseguiu ver aí o nascimento de um líder que de Guma passou a Lula. (Permitam-me uma pequena digressão: a propósito, nas eleições de 2002, quando Marconi Perillo se candidatou à reeleição, houve um movimento liderado pelo PC do B (o partido que consegue ser governo e oposição simultaneamente!), com o simpático nome de Luma - ou seja: Lula e Marconi -, cujo mentor foi o então secretário de Ciência e Tecnologia - Gilvane Felipe. É a vida, companheiros!).&lt;br /&gt;Divagações à parte, abri o parêntese apenas para mostra que, se fundíssemos Luma com Guma, na trama de Aguinaldo Silva, teríamos o Luma (não foi o caso em Goiás). Nota-se que, depois das eleições de 2002, de que se extraem as mais exuberantes histórias surrealistas da política brasileira, a Globo se juntou a Lula e nunca mais se separou dele. Pior: calou a boca da esquerda, que sempre demonizou a emissora de Roberto Marinho, considerando-a a porta-voz oficial da direita do País.&lt;br /&gt;Se observarmos o comportamento global diário, não há dúvida de que ela está com Lula e não abre. Se for possível, convence o brasileiro de que o nosso presidente é o melhor do mundo e pode solucionar todos os problemas sociais, psicológicos, psicóticos, neuróticos em mais quatro anos de mandato.&lt;br /&gt;Diante dessa nossa calorosa discussão, fica a pergunta: se a Globo é tão malvada, tão ideologicamente neoliberal, cujos interesses estão fincados nas grandes corporações nacionais e internacionais, por que ela sustenta um governo caótico com as mesmas armas que sustentou a ditadura militar na década de 1960? Ou seja: armas que mostram como o governo é bom, tudo está tranqüilo, tudo vai de bom a melhor?&lt;br /&gt;Não é difícil perceber que, por trás da Rede Globo, está um arsenal de investimentos à disposição de qualquer governo que seja hegemônico. Caso o PT perca a eleição, o partido que sair vitorioso será agraciado pela TV de Roberto Marinho. Afinal de contas, como quer a esquerda, a quarentona Plim Plim é a porta-voz oficial do governo. Eu diria: de qualquer governo!&lt;br /&gt;Deixemos de lado, então, essa tolice, segundo a qual a Globo é a causadora de todas &lt;em&gt;as desgraças humanas congregadas&lt;/em&gt;, como diria Augusto dos Anjos, em um de seus célebres poemas. Ela é a maior potência da comunicação brasileira. É natural, pois, que detenha o maior poder de formação discursiva num país continental como o nosso.&lt;br /&gt;Mais: essa babaquice de que a Globo influencia mal as pessoas é pura balela. Os mesmos idiotas que a criticam apóiam iniciativas funestas como a distribuição de camisinha, pelo Ministério da Saúde, para crianças a partir de 12 anos, a apologia ao crime do Estatuto da Criança e do Adolescente, a proibição de pesquisas com células-tronco, a pluralidade ideológica e discursiva. Enfim: são os mesmos idiotas que acreditam que Deus é brasileiro e atribuem aos Estados Unidos a pecha de serem o cartão postal do Capeta.&lt;br /&gt;Pois bem: sem mais delongas, o que falta a nós brasileiros (incluem-se aí todos os aparelhos ideológicos personificados) são iniciativas individuais que possibilitem a liberdade de escolha. Ser livre é não ser de esquerda ou de direita. É tirar conclusões de tudo o que for perverso, e fazer o possível para desvelar a perversidade de quem pratica toda e qualquer espécie de crime. Ao contrário do que pregam as &lt;strong&gt;Amélias da Educação&lt;/strong&gt; (como diria José Maria e Silva), temos de parar com a idiotice educacional de formar “cidadãos críticos” (isso é eufemismo de militante esquerdista!). Temos de formar cidadãos livres. Aqueles que não sairão cuspindo marxismo ou qualquer outro &lt;em&gt;ismo&lt;/em&gt; como forma de militar para este ou aquele partido.&lt;br /&gt;Enfim: os 40 anos da Rede Globo provam que um país forte se faz com seres pensantes e independentes. Que sejam livres das Comunidades Eclesiais de Base, da teologia da libertação, dos movimentos estudantis, dos sindicatos, da cegueira evangélica, do MST, do PSOL, do PT, do PC do B, do PSDB, do PFL e de qualquer outro partido que possa existir neste mundo! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115573172239824623?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115573172239824623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115573172239824623&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115573172239824623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115573172239824623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/era-da-telecracia-global.html' title='A era da telecracia global'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115555970230558222</id><published>2006-08-14T05:22:00.000-07:00</published><updated>2006-08-21T06:19:12.746-07:00</updated><title type='text'>A inversão perversa da lógica humana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Indignado seria pouco para o que sinto. Depois que a Globo divulgou as imagens de um bandido-militante, na madrugada de domingo último, à imagem e semelhança dos terroristas do Hizbollah, fiz-me perguntas diversas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1- Seria a hora de as Forças Armadas tomarem providênica em relação às forças armadas e criminosas que se instalaram em São Paulo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - Até onde vai a relação do PT com tudo isso?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - Pode, a Rede Globo exibir um vídeo, enaltecendo o poder de fogo de criminosos protegidos por ONGs de direitos humanos de bandidos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4 - O jornalista brasileiro, depois do episódio Portanova, deixará de ser cretino e passará a noticiar o perigo instaurado no Estado de São Paulo, fruto de militâncias da velha esquerda em presídios, em associações de moradores de favela?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5 - A Igreja (a Católica, sobremaneira!) tomaria alguma decisão para punir padres-militantes, pastores de presídios, grupos de jovens livres, que apóiam quadrilhas como o PCC em nome da fé?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6 - O estudante brasileiro é tão burro, que não percebe a omissão da UNE, justamente no momento em que ela (pelas balelas que sempre pregou!) deveria ir às ruas e pedir providências ao presidente da República? E a CUT: cadê os direitos do "trabaiadô"?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7 - Pessoas honestas, intelectuais compromissados com a cidadania não estariam se omitindo (como eu, neste momento!), limitando-se a meros textos revoltosos, publicados sobretudo em páginas da internet?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;8 - Onde está o Ministério Público, que não hesita um segundo em pedir punição a policiais que, em confronto, mandam bandidos para o Inferno?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9 - O PFL de Cláudio Lembo é tão retardado, a ponto de não responder à altura aos ataques praticados em São Paulo, por bandidos que têm residência fixa? Ou o PFL ignora que as ordens partem dos próprios presídios?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10 - Enfim, já que está declarada guerra civil no País, não seria a hora de criarmos milícias também, para combater criminosos, uma vez que a polícia está com as mãos atadas, vítima de promotores, de ONGs de direitos humanos de bandidos, dos padrecos da Teologia da Libertação, das pseudoteorias de Marilena Chauí, da promiscuidade da imprensa brasileira ante o aparelhamento petista em todos os níveis sociais?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, meus amigos, faria mil perguntas, se quisesse. Mas lamento a minha fragilidade diante do banditismo oficial criado pela velha esquerda, e espalhado por todas as instituições públicas brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para que entendam a minha indignação, leiam o texto dos membros do PCC, exibido pela Globo na madrugada de sábado, publicado por &lt;strong&gt;Veja&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não poderia terminar este texto sem a última pergunta:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;11 - Desde quando bandido coitadinho, vítima do sistema, da exclusão social, escreveria tão bem ao gosto de advogados, de juízes, de promotores, como vemos no texto abaixo? Tirem suas conclusões, meus amigos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A íntegra do texto lido e atribuído ao PCC 13 de Agosto de 2006&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À 0h28 deste domingo, o repórter Cesar Tralli entrou no ar em rede nacional em um plantão especial do Jornal da Globo para informar sobre a condição imposta pelo Primeiro Comando da Capital para não matar o jornalista Guilherme Portanova, seqüestrado na manhã de sábado: a veiculação na íntegra de um DVD produzido pela facção com reivindicações a respeito do sistema carcerário. No DVD, aparece um homem jovem, com uma touca ninja e um blusão azul. A seguir a íntegra do plantão da emissora:Cesar Tralli: “O auxiliar técnico da TV Globo Alexandre Calado, seqüestrado hoje (ontem) de manhã junto com o repórter Guilherme Portanova, acaba de ser libertado. Os seqüestradores o deixaram perto da emissora e deram a ele um DVD, dizendo que a condição para libertar com vida o repórter que está em poder deles é a divulgação na íntegra das imagens. O conteúdo é o que segue:‘Como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), venho pelo único meio encontrado por nós para transmitir um comunicado para a sociedade e os governantes. A introdução do Regime Disciplinar Diferenciado, pela Lei 10.792 de 2003, no interior da fase de execução penal, inverte a lógica da execução penal. E coerente com a perspectiva de eliminação e inabilitação dos setores sociais redundantes, leia-se clientela do sistema penal, a nova punição disciplinar inaugura novos métodos de custódia e controle da massa carcerária, conferindo à pena de prisão um nítido caráter do castigo cruel.O Regime Disciplinar Diferenciado agride o primado da ressocialização do sentenciado, vigente na consciência mundial, desde o ilusionismo (sic) e pedra angular do sistema penitenciário nacional, inspirado na escola da nova defesa social. A Lep (Lei de Execução Penal) já em seu primeiro artigo, traça como objetivo o cumprimento da pena e a reintegração social do condenado, a qual é indissociável da efetivação da sanção penal. Portanto, qualquer modalidade de cumprimento de pena em que não haja comitância (sic) dos dois objetivos legais, o castigo é reintegração social com observância apenas do primeiro, mostra-se ilegal e contrário à Constituição federal.Queremos um sistema carcerário com condições humanas, não um sistema falido desumano no qual sofremos inúmeras humilhações e espancamentos. Não estamos pedindo nada mais do que está dentro da lei. Se nossos governantes, juízes, desembargadores, senadores, deputados e ministros trabalham em cima da lei, que se faça justiça em cima da injustiça que é o sistema carcerário: sem assistência médica, sem assistência jurídica, sem trabalho, sem escola, enfim, sem nada.Pedimos aos representantes da lei que se faça um mutirão judicial, pois existem muitos sentenciados com situação processual favorável, dentro do princípio da dignidade humana. O sistema penal brasileiro é na verdade um verdadeiro depósito humano, onde lá se jogam os serem humanos como se fossem animais. O RDD é inconstitucional. O Estado Democrático de Direito tem a obrigação e o dever de dar o mínimo de condições de sobrevivência para os sentenciados. Queremos que a lei seja cumprida na sua totalidade. Não queremos obter nenhuma vantagem, apenas não queremos e não podemos sermos (sic) massacrados e oprimidos.Queremos que as providências sejam tomadas, pois não vamos aceitar e ficarmos de braços cruzados pelo que está acontecendo no sistema carcerário. Deixamos bem claro que nossa luta é com os governantes e policiais, e que não mexam com nossas famílias que não mexeremos com as de vocês. A luta é nós e vocês.’Tralli: Este é o vídeo enviado pelos seqüestradores. Outras informações sobre o seqüestro do jornalista Guilherme Portanova a qualquer momento.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115555970230558222?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115555970230558222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115555970230558222&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115555970230558222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115555970230558222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/inverso-perversa-da-lgica-humana.html' title='A inversão perversa da lógica humana'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115532950574718293</id><published>2006-08-11T13:48:00.000-07:00</published><updated>2006-08-11T13:55:42.600-07:00</updated><title type='text'>Esperem um pouquinho mais...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Meus queridos e amados amigos: neste fim de semana, estarei em Bom Jesus da Lapa, BA, ministrando um curso de &lt;strong&gt;Semântica&lt;/strong&gt; para a especialização em Língua Portuguesa da Salgado de Oliveira. Na segunda-feira, conto-lhes sobre a minha relação sexual com a presidenciável Heloísa Helena (que mulher gostosa!). Vai ser uma bomba! Acredito que ela passará o barbudinho... Fiquem à espreita! Há braços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115532950574718293?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115532950574718293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115532950574718293&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115532950574718293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115532950574718293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/esperem-um-pouquinho-mais.html' title='Esperem um pouquinho mais...'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115515060227268509</id><published>2006-08-09T12:06:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T12:10:02.286-07:00</updated><title type='text'>O princípio do prazer (resenha)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Despedida em Las Vegas&lt;/em&gt; desperta a vontade de morrer à revelia de conceitos morais e religiosos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Aos olhos cristãos, &lt;em&gt;Despedida em Las Vegas&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Leaving Las Vegas&lt;/em&gt;, EUA, 1995) não soa bem. É um filme que choca alguns conceitos, sobretudo o que fere o pudor das pessoas: o sexo e as drogas. Essa será a saída do roteirista decadente Ben (Nicolas Cage) e da prostituta Sera (Elizabeth Shue). Juntos, o alcoólatra e a meretriz viverão a trajetória do amor sem limite.&lt;br /&gt;            Lembra-me muito a prática da eutanásia (em outras palavras: morte sem dor). Talvez seja estranha essa afirmação, já que o alcoolismo, quando mata por si só, gera muitas dores, ao provocar cirrose em grande parte dos alcoólatras.&lt;br /&gt;            Digo eutanásia, porque (apesar de haver a justificativa de Ben, mostrando o seu problema familiar: talvez desentendimento com a esposa) &lt;em&gt;Despedida em Las Vegas&lt;/em&gt; encerra a idéia de que podemos programar a nossa morte. E é a isso que assistimos: Ben decide morrer bebendo, bebendo, bebendo...&lt;br /&gt;            Na tela, o telespectador sofre catarse constantemente: a obsessiva ingestão de álcool da personagem interpretada por Nicolas Cage (cuja performance lhe rendeu oscar de melhor ator) causa repugnância à moral da grande maioria do público. Este, atônito, assiste aos mais graves atentados ao pudor bíblicos.&lt;br /&gt;            Sera, a prostituta dos sonhos da maioria dos homens, vive relacionamento conturbado com um cafetão, que, sem mais nem menos, é assassinado por supostos inimigos. Ela se prontifica a aceitar Ben na casa dela, contanto que ambos não se cobrem, não queiram que haja especulação sobre aquilo que praticam (mais da parte dele do que da dela).&lt;br /&gt;            Quem sabe seja da maneira escolhida por Ben a melhor forma de morrer... O problema é que a escolha da própria morte, dentro mesmo da lei (nem é preciso falar biblicamente disso), não é permitida. Pacientes em estado terminal precisam agonizar-se, em salas de reanimação, até o momento final de suas vidas.&lt;br /&gt;            &lt;em&gt;Despedida em Las Vegas&lt;/em&gt; traz, a meu pesar, a possibilidade de escolhermos a nossa morte, sem que isso seja condenado pela Justiça, pela moral e fé cristãs ou por qualquer explicação metafísica que haja no mundo.&lt;br /&gt;            Assim, em grandes doses de uísque, vodka, tequila, o telespectador se vê acuado, abismado. Além disso, quando se vê a cena em que Sera é estuprada, a grande maioria do público imagina-se numa sala de cinema, em que o cardápio principal são filmes de pornografia.&lt;br /&gt;            Certo ou errado, o problema levantado no filme provoca discussões e, em certa medida, medo. Digo “medo”, porque não se imagina que a vida possa se resumir a sexo, drogas e, em vez de &lt;em&gt;rock and roll&lt;/em&gt;, a muito jogo e diversão.&lt;br /&gt;            &lt;em&gt;Despedida em Las Vegas&lt;/em&gt;, para mim, além da música-tema (interpretada por Sting), verdadeira obra de arte, é extremamente belo. Queria, como no filme, morrer em Las Vegas (com ou sem Sera), ouvindo Chico Buarque e Tom Jobim, ao lado de pilhas de latas de cerveja, uísque e vinho. Quem sabe, morrer lá (e da mesma forma que Ben) deva ser mais prazeroso do que morrer num país cujos princípios éticos foram jogados na lata de lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br" name="_ftn1"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115515060227268509?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115515060227268509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115515060227268509&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115515060227268509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115515060227268509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/o-princpio-do-prazer-resenha.html' title='O princípio do prazer (resenha)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115512962987751316</id><published>2006-08-09T06:19:00.000-07:00</published><updated>2007-05-15T12:55:34.945-07:00</updated><title type='text'>Da janela (roteiro literário)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 1 – PAREDE DE UMA CASA ANTIGA – EXT/DIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música incidental:&lt;em&gt; Da janela&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A CAM percorre a parede de uma casa antiga. Os cartões de apresentação surgem, indicando nomes de atores, diretor etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corta rápido para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 2 – JANELA DA CASA ANTIGA – EXT/DIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao término dos cartões de apresentação, a CAM descobre Efigênia debruçada sobre a janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – Da janela, os olhos úmidos. Triste, o viés misterioso do olhar. Efigênia chora (&lt;em&gt;inserto: close nos olhos dela&lt;/em&gt;). Um sonho esfacela-se. O amado partiu (&lt;em&gt;inserto: close nos pés de um homem em movimento&lt;/em&gt;). Cruel, a sina. Magoada, contempla o infinito desejo de morrer da menina do retrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EFIGÊNIA&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Em monólogo interior&lt;/em&gt;) – Quem será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off)&lt;/em&gt; – Franze a testa, limpa as lágrimas e volta a observar a vida depois da janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corta rápido para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 3 – INTERIOR DE UMA CASA – INT/DIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CAM revela o interior da sala, descobrindo a impassibilidade da mobília (&lt;em&gt;à la Augusto dos Anjos, em “Poema Negro”&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;)– Dois mundos, o dela: a solidão nefasta da interioridade da casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corta rápido para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 4 – PONTO DE VISTA DE ALGUÉM DA JANELA – EXT/DIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAM revela a exterioridade da rua, como se alguém estivesse observando, da janela, o lado de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – A sedutora imagem da exterioridade da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corta rápido para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 5 – JANELA DE CASA ANTIGA – EXT/DIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;)– Transpor a abertura na parede, ir ao encontro do Outro, tornar-se um Ser à procura de respostas: Efigênia, quando adormece, ascende a isso. Protela o ímpeto todas as vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EFIGÊNIA&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Em monólogo interior&lt;/em&gt;) – Ainda provarei que sou feliz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – Os olhos não fogem do horizonte longínquo da cidade. Pequena cidade (inserto: take da visão geral da cidade). Efigênia gosta de perfume. Reconhece as pessoas pelo aroma (&lt;em&gt;em muitos casos, pelo odor&lt;/em&gt;). Dia desses, viu um homem cuja fragrância se parecia com a descoberta da felicidade (&lt;em&gt;inserto: close no rosto do homem&lt;/em&gt;). Temeu o perfume: quiçá armadilha olfativa. O homem, ao contrário, podia não lhe dar filhos. Ela planejava uma família feliz. Tradicionalmente feliz. Instituição social, mesmo! (&lt;em&gt;inserto: tomada de uma família reunida no horário ”sagrado” da refeição: o pai, à cabeceira; a mãe e a filha, do lado esquerdo; os dois filhos, do lado direito&lt;/em&gt;). Sua filha chamar-se-ia Beatriz (&lt;em&gt;por enquanto, o pai fugiu; quem sabe voltará?&lt;/em&gt;). Ela gosta desse nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EFIGÊNIA&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Em monólogo interior&lt;/em&gt;) - Be actress!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – Recorda as aulas de Inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – Teatro: um dia almejou atuar nesse espaço dramático (&lt;em&gt;inserto: take da entrada de um teatro&lt;/em&gt;). Desistiu antes da primeira peça, cujo enredo (&lt;em&gt;fatidicamente assim&lt;/em&gt;): de família burguesa, um rapaz abre, de toda a riqueza que possuía, mão: parte em prol do amor de Carolina. Ela, antipoeticamente, morre no parto. Ele, morto existencialmente. O filho, na noumenalidade do NÃO SER (&lt;em&gt;inserto: seguem-se a essa descrição a mãe, coberta por um lençol azul, em cuja região da vagina há manchas de sangue, e o pai que, desesperado, chora ininterruptamente, com a criança morta no colo&lt;/em&gt;). A moça da janela desistiu do papel principal, pois temia a Morte (&lt;em&gt;inserto: Efigênia, no centro do palco de um teatro, rasga folhas de um texto dramático&lt;/em&gt;). Na ficção, há motivos para que atores vivenciem a experiência do palco no dia-a-dia (&lt;em&gt;inserto: em redemoinho, surge um jornal cuja manchete principal é o relato sobre a morte da atriz Daniela Perez&lt;/em&gt;). Por isso, desligou-se do elenco o mais rápido possível. Ser atriz era o primeiro sonho de Efigênia. Os outros, mistério (&lt;em&gt;inserto: close em um ursinho de pelúcia sobre uma cama&lt;/em&gt;). Quis ela que o destino a pusesse no caminho certo. Mas o amado partiu: levando, com ele, o amor dela; deixando, com ela, a ausência dele. Novamente a foto: a menina permanecia anônima àqueles olhos perscrutadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EFIGÊNIA&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Em monólogo interior&lt;/em&gt;)– De quem seria filha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – A mancha amarela denunciava a antigüidade do retrato. Havia resquícios de palavras femininas no verso da foto(&lt;em&gt;grafia&lt;/em&gt;). Dedicatória à mãe da menina (&lt;em&gt;inserto: close no verso da foto&lt;/em&gt;). Efigênia olha novamente o horizonte (&lt;em&gt;inserto: ponto de vista dela&lt;/em&gt;) e resolve tomar uma decisão: quer desbravar o enigma da rua: essa eterna morada dos loucos, dos bêbados, dos leprosos, das meretrizes, dos amantes, dos alcoólatras, das donzelas, dos fetos em latões de lixo e, principalmente, do proibido... (&lt;em&gt;inserto: a cada fala descritiva do Narrador, close nas figuras referidas&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corta rápido para: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 6 – RUA EM FRENTE À JANELA – EXT/DIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) - Salta a janela (&lt;em&gt;inserto: em croma, tendo como fundo a parede da casa, sobre cuja janela Efigênia debruça, vê-se a figura dela de braços abertos, saltando para a rua&lt;/em&gt;): a sensação é de orgasmo múltiplo: descobrir o profícuo sabor do lado de fora da vida. Alegra-se. Ri com a foto na mão. Saltita, várias vezes, até alcançar o êxtase da liberdade. Dança feito criança no meio da calçada. Qual bailarina russa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PONTUAÇÃO MUSICAL&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;inserto: close na cabina de um caminhão preto&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NARRADOR&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;off&lt;/em&gt;) – Corte: de repente, o trágico. Descuida-se. Sorriso de criança em face de mulher. Dos que trafegam, os olhos esbugalhadamente atônitos (&lt;em&gt;inserto: close nos rostos de alguns figurantes: gari, executiva, pedestres, operário, negro, criança etc, boquiabertos pela cena a que assistem&lt;/em&gt;). O objeto aniquila a elipse do sujeito: um caminhão preto sela a existência da moça da janela. E o evento carrega, impunemente, a foto da mão de Efigênia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CAM fecha em Efigênia estirada no chão. Vê-se o sangue escorrer da boca e da cabeça dela. Instantes. Música: &lt;em&gt;Parte de ti&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corta rápido para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CENA 7 – CARTÕES DE ENCERRAMENTO - TELA ESCURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música: &lt;em&gt;Por ela&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgem nomes de colaboradores, de figurantes, de possíveis patrocinadores, de pessoas que ajudaram na realização do vídeo etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115512962987751316?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115512962987751316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115512962987751316&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115512962987751316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115512962987751316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/da-janela-roteiro-literrio.html' title='Da janela (roteiro literário)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115512461655507093</id><published>2006-08-09T04:55:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T11:52:14.160-07:00</updated><title type='text'>A sintaxe paratática de "Contos Cardiais" (prefácio)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Por mais veterano, por mais hábil que seja um contista, se lhe faltar uma motivação entranhável, se os seus contos não nasceram de uma profunda vivência, sua obra não irá além do mero exercício estético”.&lt;/em&gt; (Julio Cortázar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi, com João Cabral de Melo Neto, a retirar a gordura do texto: fazer, a todo instante, lipoaspiração nas palavras. Ou melhor: como os árcades, cortar o que for inútil. Preferir a transpiração à inspiração. Privilegiar o chão à nuvem. Enfim: ser telúrico, orgânico, cirúrgico.&lt;br /&gt;Todo esse cuidado com o texto (a propósito, muito mais do que se imagina!) Vítor Hugo tem de sobra. Sua sintaxe é cortante, afiada, elegantíssima. Em suma: ingordurosa. Despe-se dos adjetivos delirantes, das nuances metafóricas. Assiste-se, antes de tudo, à sintaxe lacônica, cabralina, que se reveste de clareza, de objetividade, de concisão. Por isso, fascina.&lt;br /&gt;Engana-se quem se dispuser a ler os &lt;em&gt;Contos Cardiais&lt;/em&gt; com apenas o coração. Deve-se lê-lo, em detrimento de qualquer compreensão, com o cérebro, com a precisão cirúrgica à Ivo Pitanguy (perdoe-me a analogia médica!). Eliminam-se o adiposo, as sobras, os lipídios, os glicídios. A palavra, somente ela, é quem monitora o olhar atento do leitor.&lt;br /&gt;Podem-se ver, na sintaxe narrativa dos contos, os pontos cardeais (a paranomásia do título do livro não é gratuita!). Todos os lugares por que passou o escrevinhador Vítor Hugo (em suas dores, em seus amores, em seu inferno e glória!) estão vivos, vivíssimos, na voz do narrador anônimo, que perpassa a sintaxe paratática dos enredos (muito parecidíssimo com o narrador machadiano, que escre(vivia) suas histórias com a perspicácia inerente às testemunhas oculares).&lt;br /&gt;Para ser mais sincero: Vítor Hugo, meu amigo, você não tem cura. A sua escrita é logocêntrica. À Roland Barthes. Não por acaso, assim como eu, acredita, também, que a Lingüística é a ciência maior. A Semiótica, apenas filha bastarda dela. Nesse ponto, barthianamente, compartilhamos a mesma opinião (o que é coisa rara: que o diga o meu vício pirrônico, como você já disse certa vez, em carta enviada ao Laércio, na Corte!).&lt;br /&gt;Essa maneira de narrar, que faz inveja ao curitibano Dalton Trevisan, desvia os olhos da história para os olhos da palavra. Vemos, em primeiríssima mão, o vocábulo; depois, o enredo. Como os formalistas russos, o discurso em vez da história. O enunciado em vez da enunciação.&lt;br /&gt;Para a compreensão da narrativa de &lt;em&gt;Contos Cardiais&lt;/em&gt;, vale mais a sintaxe do que a semântica (ou, convenientemente, vice-versa, bem ao gosto dos críticos de Noam Chomsky!). Sendo assim, a literariedade que Jakobson nos ensinou em seu famoso artigo &lt;em&gt;O que é poesia?&lt;/em&gt; (1978): “A palavra é então experimentada como palavra e não como simples substituto do objeto nomeado, nem como explosão da emoção”.&lt;br /&gt;Se não, vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) “grudarnela na cantina...” (&lt;em&gt;Gula&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;b) “pichar a democradura...” (&lt;em&gt;Polaca&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;c) “Es-ti-lha-ça-do, o escuro silêncio...” (&lt;em&gt;Eles&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, o significante é, em si, o próprio significado. Para ele, os nossos olhos. Para ele, o cuidado do narrador. Vemo-nos na palavra. A história, primorosa também, caminha paralelamente. Nem por isso, menos importante. Ofusca-se, porém, diante do primor sintático do enunciado.&lt;br /&gt;Mas, registre-se, o NARRADOR COM (à Jean Pouillon) apresenta os pontos cardeais mediante as particularidades dialetais de cada região (escre)vivida nos &lt;em&gt;Contos Cardiais&lt;/em&gt;. Dos Portos Velho e Alegre a Curitiba, do Rio de Janeiro a Goiânia, as marcas lingüístico-locais são evidenciadas pela artimanha do discurso narrador:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) “Sirênica, fecunda, reveladora, a noite porto-velhense, sócios...” (&lt;em&gt;Amargo feito sorvete&lt;/em&gt; – Porto Velho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) “- Guria! Eu já te disse que tu não é piá! Tu não pode fazer xixi em pé, guria!” (&lt;em&gt;Vingança &lt;/em&gt;– Porto Alegre)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) “Desculpem-me a presunção mas um nadinha de cabotinismo não faz mal a ninguém. Certo, Leminski?” (&lt;em&gt;Polaca&lt;/em&gt; – Curitiba)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) “Dioniso da Silva, aliás, o ‘Bonito’, como ele prefere e exige mesmo dos outros, andava esquisitão naquele início de primavera. Desbundado, injuriadão. Cachorro com bicheira na orelha, sacumé?” (&lt;em&gt;O seqüestro&lt;/em&gt; – Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) “Seios, eu diria sutiã tamanho 46 (eu não vos disse que ela era bitelona?), de carnação rósea na cor, no perfume, no gosto, no tato. Meus travesseiros, eles. Uma redondez de formas, NooooooosSenhora!, de causar ereção mesmo a um Matusalém, melhor, a um Enoch.” (Sob(re) &lt;em&gt;Ancila&lt;/em&gt; – Goiânia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, pelas frestas da linguagem, as variações diatópicas, diastráticas, diafásicas se encontram e se confundem. Descobrimos o lugar pela palavra. Por ela, os caminhos idiossincrásicos do nosso destino, do nosso falar brasileiramente. Eis os &lt;em&gt;Contos Cardiais&lt;/em&gt;: de cor (ô) e de cor (ó). Dos olhos (em primeira mão) e do coração (em segunda mão).&lt;br /&gt;As reses (sintaticamente) prevalecem em detrimento do predicado. As sentenças dos contos são curtíssimas. Daí, a preferência pela parataxe. Ou seja: a ausência de subordinação e de coordenação. O vocábulo, ele próprio, a frase, o sintagma nominal. Nisso, Vitor Hugo chega a ser artesão. Vasculha as vísceras da palavra. Parataticamente, um ourives. Enfim: “Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!" (bilacmente!).&lt;br /&gt;Bom exemplo disso é o conto &lt;em&gt;Diana-Chupeta&lt;/em&gt;. Quase todo qualificador. O verbo desaparece. Dá lugar à precisão cirúrgica do sintagma adjetival. Por esse motivo, ler os &lt;em&gt;Contos Cardiais&lt;/em&gt; é muito mais que deleite. É aprendizagem e palavra, discurso e sobriedade, cérebro e concretude.&lt;br /&gt;Não fiquemos apenas com esse aspecto. O conflito das narrativas percorre o caminho tênue entre o "nós" e os "outros" (o &lt;em&gt;emplotment&lt;/em&gt;, como nos ensinou Hayden White). Permita-me o meu inofensivo bairrismo: a Ancila (quem é escravo de quem?), pela beleza, pela luxúria, tinha de ser de Goiânia. Terra das mulheres mais bonitas do mundo (não, meu coração não é menor do que o mundo, Drummond! Ele tem mania de grandeza...).&lt;br /&gt;Ressalte-se, pois: a astúcia do Divino 45, a Gula de Neuza Beatriz, o sofrimento do implícito Jean Valjean em &lt;em&gt;Eles&lt;/em&gt; (reescritura d&lt;em&gt;Os Miseráveis&lt;/em&gt;, de Victor Hugo: ambos, românticos!). Toda essa gama de personagens, que nos remontam ao universo continental brasileiro: do Rio Madeira ao Guaíba, do largo do Humaitá ao Lyceu de Goiânia. Tudo move como se a vida estivesse ali, na fineza narrativa, no labor das palavras de cor.&lt;br /&gt;Enfim: Vitor Hugo insere a lâmina sintática na contística contemporânea brasileira. Por isso, este livro demarca a vida literária deste carioca mundano, e o lança ao rol dos principais contistas que surgiram em nossas letras do final dos anos 80 para cá. &lt;em&gt;Contos Cardiais&lt;/em&gt; o provam. Deleite-se com mais esta prova de amor à palavra, à literatura, à vida literarizada. Grande abraço, meu amigo crônico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ceilândia, DF, 23 de novembro de 2005!&lt;br /&gt;Quarta-feira!&lt;br /&gt;15h6!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115512461655507093?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115512461655507093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115512461655507093&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115512461655507093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115512461655507093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/sintaxe-parattica-de-contos-cardiais.html' title='A sintaxe paratática de &quot;Contos Cardiais&quot; (prefácio)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115506843542085371</id><published>2006-08-08T13:19:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T06:04:21.393-07:00</updated><title type='text'>Liberdade condicionada  (CONTO)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span &gt;Presídio Ilha da Boa Esperança. Um forte construído no meio do deserto. Aqui, não se vê gaivota voar. Aqui, aparecem caminhões superlotados: a mercadoria é gente viva. Outros caminhões, agora de cor preta, levam muita gente: só que, dessa vez, morta. Abílio é o encarregado pelos que batem a caçoleta: assim são anunciados os que morrem. Ele perdeu a conta de quantos já transportou. Lembra-se, de quando em vez, dos corpos mutilados em briga interna. A lei do silêncio. Abílio não reclama de nada. Não diz nada. Há muito, descobriu um amigo: Herculano. Este veio de cidade distante. Esqueceu o nome dela (Os homens me perseguem...), dizia, cauteloso. Ele acreditava ser inocente. Mas não dizia nada. Havia o Chefe. Impávido Chefe. Mantinha a metafísica da presença.&lt;br /&gt;Certo dia, Herculano, no necrotério do presídio, foi ter, com palavras, ao amigo coveiro/transportador de corpos. (Cê viu? O Clóvis... morreu.) (Passava da hora!). (É ele aquele ali?). (É, sim!).Herculano regurgita uma idéia. (Vamos fazer um trato?). (Não quero confusão pra mim, hein?!). (Escuta: amanhã, às cinco horas da madrugada, escapo da cela e entro dentro do caixão: cê leva o morto junto comigo...). (Isso vai dar bode!). (Dá, não, bobo! Nós somos espertos! Cê enterra eu e ele, depois cavuca o chão, me retira lá de dentro e eu fujo... Ninguém vai saber aonde fui parar). (Sei, não!).&lt;br /&gt;Os dois continuaram a discutir. Abílio, no fundo, gostava do amigo. Hesitou muito. Decidiu atender ao pedido de Herculano. O dia caminhou como de rotina. Briga só na hora da bóia. Unzinho quis garfar o bucho do novato. Guardas, o Mal na cara, impediram o motim. Levaram choque, os presos. Todos os envolvidos. A vingança ao arruaceiro, nesses casos, é coletiva. Tanto da parte dos milicos quanto da parte dos confinados. Herculano não escapou dessa (mesmo não tendo nada a ver com a confa). Levou muito choque. Não revidou. Tinha a doce esperança de fugir dali no outro dia.&lt;br /&gt;Clóvis, na aterradora posição de defunto, jazia com um leve sorriso no canto da boca. Diziam que era muito malandro. Irônico, nos dizeres do Chefe (Blefava sempre, esse patife. Forjou um desaparecimento, há muito. Tomou muita porrada. Sempre leva porrada). Morreu pela boca (Dizem). Falou demais. O Chefe não permite falatório. Não se discute: executa! Não se revida: consente! (Dá a outra face para a porrada!). Muita briga, ali. Somente Abílio passava despercebido. Homem de poucas palavras. Não tinha família. Amou uma vez: Flora, mulher de verdade (Segundo ele). Depois que ela morreu, o amor dele foi junto. Desacreditou do ser humano. Tudo morre. Se arranjasse outra mulher, morreria como a primeira. A carne é podre. Resolveu ser coveiro. Assim, tanto faz como tanto fez: enterraria as pessoas sem ressentimento algum.&lt;br /&gt;A noite foi chegando e desaparecendo como um relâmpago. A madrugada surgia como surge o desejo de liberdade dos sabiás, que cantavam todas as manhãs na Ilha da Boa Esperança. Um canto alegre: porem, com desfecho fúnebre. Eles, os sabiás, anunciavam, como dizia Abílio, a Morte. E dessa ninguém foge. (Nem o Capeta. Porque o Deus-Pai é poderoso. Mata toda gente que maltrata), cochichou Abílio no ouvido de Clóvis, cujo corpo, nu, repousava em uma maca. (Vam’bora, mortinho, sua hora chegou. Dessa vez, não haverá blefe!).&lt;br /&gt;Abílio, sem mais nem menos, sente um estalo no coração (Premonição? Tolice de quem já está com a idade avançada - 50 anos? Coisa à-toa?). Reflete uns instantes. Ignora a dor repentina. Nisso, já eram duas e meia da madrugada. Às cinco em ponto, estava lá Herculano, pronto para embarcar na Barcarola da Liberdade. Ele sonhou voando pelo deserto numa aeronave. Um anjo lhe contou que era uma barcarola. Ele sorriu no sonho. Acordou sorrindo.&lt;br /&gt;Antes de entrar, confere, no bolso da calça, a lanterna que havia ganhado de Abílio. Seria a luz no fim da morte. Ou melhor: no fim do túnel. Herculano sabia que podia contar com o amigo. Às cinco horas e meia, mais ou menos, estaria a caminho da liberdade. Indescritível o momento da partida. O nobre fujão sentia o crepitar, não de chamas, mas de fagulhas de pedras estraçalhadas pelos pneus do &lt;strong&gt;Caminhão da Morte&lt;/strong&gt;. A cada trepidação, um sentimento de alívio: estava chegando a hora. O morto, ao seu lado, gélido. Cheirando a formol. Corpo nu. (Credo!!!), pensou. Independentemente do odor, o defunto foi o motivo da saída de Herculano da Ilha da Boa Esperança. Que fedesse, que putrefizesse, que soltasse pus, que derretesse ao seu lado! A liberdade ignora qualquer tipo de sacrifício!&lt;br /&gt;De repente, freia-se o caminhão. Há movimentos de passos. (É Abílio!), riu-se. (Força, amigo, tô indo embora), alegrava-se. O caixão desceu muito rápido, como se despencasse num abismo. O choque com o fundo da cova fez Herculano dar um pequeno grito. Mas, e daí? Só havia o morto e o amigo Abílio presentes. Nada que o comprometesse. Detalhe: simultaneamente à ansiedade, ouvia-se o chuvisco lúgubre da terra sendo arremessada para o orifício fatídico do deserto. A tampa do caixão fez um leve movimento, devido ao peso da terra que lhe foi despejado. Herculano achou estranho esse tanto de terra. Ficaria dificultoso para Abílio retirá-la com maior rapidez. Continuou esperando...&lt;br /&gt;Mesmo na escuridão telúrica, Herculano desconfiava de que o tempo havia passado um pouco, desde que chegara ao local combinado para a fuga. A aflição tomava conta dele. Queria saber o porquê da demora. Gritou várias vezes o nome do amigo. O som batia e voltava num eco ensurdecedor e medonho. Cansado de esperar, pegou a pequena lanterna e conferiu o relógio. (Sete horas, já?!), espantou-se. Já era tempo de estar em liberdade. Resolveu conferir, por intuição, a face lívida do morto. Surpresa: o corpo que jazia ao seu lado era o de Abílio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115506843542085371?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115506843542085371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115506843542085371&amp;isPopup=true' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115506843542085371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115506843542085371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/liberdade-condicionada-conto.html' title='Liberdade condicionada  (CONTO)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504253688038706</id><published>2006-08-08T05:55:00.000-07:00</published><updated>2006-11-08T05:33:07.006-08:00</updated><title type='text'>Perversos e pervertidos (RESENHA)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Com Cazuza, o tempo não pára&lt;/em&gt;, a elite carioca global se consolida, de vez, como a maior produtora de lixos e porcarias audiovisuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje que a elite carioca insiste em ditar modas no Brasil (das pornochanchadas à novela &lt;em&gt;Dancing Days&lt;/em&gt;, tudo é imitável). Reconheço que, nesse quesito, ela é campeã. As novelas da Globo provam-no. A cada folhetim, novas manias, novos penteados, novos modelos de roupa. Do figurino ao modo de rir, o Brasil se encanta com as caras e as bocas da classe média da cidade maravilhosa (?).&lt;br /&gt;Veja-se &lt;em&gt;Páginas da Vida&lt;/em&gt;: o Rio de Janeiro com que todo mundo sonha. Ocorre que aquele Leblon é tão verdadeiro quanto a inocência cretina do presidente Lula diante da corrupção instaurada pelo PT em Brasília. Manoel Carlos, o autor da novela, morador antigo do bairro, abrilhanta o que parecia impossível: o caos urbano dos morros, com suas mortes, suas perversidades (aos olhos do turista, o Rio é uma Paris do século XXI).&lt;br /&gt;Fiquemos com essa pequena introdução, para começarmos a discutir o filme &lt;em&gt;Cazuza, o tempo não pára&lt;/em&gt; (Brasil, 2004), que será exibido na próxima quarta-feira pela Globo. A primeira pergunta que me faço: por que o Ministério da Cultura (cujo ministro é tão importante quanto as areias movediças do pantanal sul-mato-grossense) consegue financiar tantas desgraças culturais, sem se dar conta (ou fingir que não dá) do crime que aplica à nação brasileira? Talvez eu esteja enganado: o golpe do financiamento público já venha de outras épocas...&lt;br /&gt;A Globo Filmes, uma das produtoras, depois que entrou no mercado fílmico, angariou toda a máfia possível na aprovação de projetos chulos como o filme em questão. Cazuza, o compositor, não tem mérito algum para ganhar película em seu nome. Ele foi, na minha opinião, quando muito, um letristazinho de quinta categoria. Em suma: um burguezinho carioca sem rumo, que se alimentava dos pais com sonhos e desilusões de quem tem muito dinheiro para gastar à toa.&lt;br /&gt;O filme é, ele todo, medíocre. A história é de uma futilidade desmedida. E aí me faço a segunda pergunta: de que vale a vidinha gay de Cazuza, erigida como exemplo de moral e heroísmo? A sociedade brasileira não tem a obrigação de financiar a trajetória de um veadinho drogado, só porque os baluartes da Globo acreditam que Cazuza foi o Fernando Pessoa da década de 80 (é bom que se diga que o movimento gay cresce, espantosamente, na imprensa brasileira: vide o &lt;strong&gt;Diário da Manhã&lt;/strong&gt;, em Goiânia).&lt;br /&gt;Os diretores Sandra Werneck e Walter Carvalho (aquela, insossa; este, sem açúcar e sem afeto!), a cara e a coroa da boçalidade carioca (se eles têm ou não têm mérito, recuso-me a evidenciá-lo), conseguiram o que todo diretor não gostaria de conseguir: fazer um filme ridículo, com cenas descabidas, e, ainda sim, ganhar destaque na imprensa pela glória que não tiveram.&lt;br /&gt;Daniel de Oliveira (o gay), digo, o Cazuza, incorporou de tal maneira os tiques cazuzianos (permitam-me a tirada!), que não hesito em dizer que, depois das filmagens, ele deve ter queimado a rosca por aí. Era real demais para ser fingimento...&lt;br /&gt;Marieta Severo, a Lucinha Araújo (mãe de Cazuza), era em gênero, número e caso a Nenê, de &lt;em&gt;A Grande Família&lt;/em&gt;: os mesmos gestos, os mesmos trejeitos. Reginaldo Faria, o João Araújo (pai de Cazuza), era sem pôr e sem tirar o Doutor Fontes, de &lt;em&gt;Sinhá Moça&lt;/em&gt;: o mesmo jeito de olhar, de falar, de gesticular. Em suma: fizeram jus à porcaria que é &lt;em&gt;Cazuza, o tempo não pára&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Pode ser que eu tenha exagerado um pouco. Mas o meu dinheiro não é capim, tampouco bosta de fossa, para que o Ministério da Cultura financie as merdas intelectuais da elite carioca, desvirtuando, de forma desproporcional, o caminho inteligente que eleve a moral da juventude e enalteça pessoas sérias, que sirvam de exemplo aos nossos filhos, à nossa família, à nossa geração.&lt;br /&gt;Cazuza não foi e nem será exemplo de nada. Aliás: ele deve ser o exemplo a não ser seguido pela juventude que o reverencia, vítima que é da imagem distorcida que a Globo cria na cabeça das pessoas por meio da mídia. Senhor ministro Gilberto Gil, faça-me o favor! Rede Globo, vá para o Diabo que a carregue!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504253688038706?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504253688038706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504253688038706&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504253688038706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504253688038706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/perversos-e-pervertidos-resenha.html' title='Perversos e pervertidos (RESENHA)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504174141368496</id><published>2006-08-08T05:44:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T05:09:13.570-07:00</updated><title type='text'>Um brinde à Rotam (ARTIGO)</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;No país dos direitos humanos de criminosos, grupo especializado da PM goiana faz valer o estrito cumprimento do dever legal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para a equipe do tenente Arantes&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em países sérios, como os Estados Unidos, bandido não tem tratamento especial, cumpre pena em regime fechado (em alguns Estados, confina-se até a morte); dependendo da gravidade do delito, pode parar numa cadeira elétrica ou receber substância letal na veia. Aos criminosos, a lei; à sociedade, a justiça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em países esculhambados, como o Brasil, bandido tem tratamento especial, cumpre pena vip, com direito a celular, TV, DVD, frigobar, sexo à vontade (com homens e mulheres), defensores não constitucionais (especificamente, os ongueiros dos direitos humanos de criminosos), drogas das Farc e, caso haja alguma ameaça legal aos privilégios dele, intenta-se contra a ordem pública, se coagem cidadãos honestos, instaura-se a atmosfera do terror, a exemplo do que ocorreu em São Paulo, com o PCC, e em Brasília, com o MLST (duas facções a serviço do crime organizado). Aos bandidos, tudo; à sociedade, o rigor da lei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A disparidade jurídica entre países sérios e países esculhambados não se resume apenas a esse aspecto. Todo grande jurista, em tese, deveria pensar o fato; depois, a lei. Hoje, no Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, evidencia-se a lei; omite-se o fato. A assassina confessa dos pais, Suzane Richthofen, que o diga: beneficiou-se de prisão domiciliar, mesmo não sendo gestante, inválida ou estar com algum problema de saúde. Vá entender cabeça de juiz...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dois textos da edição 1958 de &lt;strong&gt;Veja &lt;/strong&gt;revelam lados opostos desse raciocínio: a escritora Lya Luft (minha eterna tradutora de Thomas Mann ), em &lt;em&gt;Vamos fazer de conta&lt;/em&gt;, e o neo-esquerdista André Petry, em &lt;em&gt;Eles não passarão&lt;/em&gt;. O dela: lírico, sensato, humano, demasiadamente humano; o dele: infestado de chavão, equivocadíssimo, uma verdadeira ode ao bandido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lya Luft, numa bela homenagem à cidade de Goiânia, escreve: “Faço de conta, aliás, que meu país é, todo ele, feito uma cidade que conheci recentemente: Goiânia, que me surpreendeu como poucas coisas nos últimos anos. Bonita, limpa, organizada, alamedas de palmeiras e vários parques, com a gente mais acolhedora que já vi. Não percebi ainda nela o medo estampado no rosto dos moradores de outras cidades grandes”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grande parte do que ela constatou em Goiânia se deve ao trabalho eficiente da Rotam (Ronda Ostensiva Tática Metropolitana). Se as pessoas ainda não estão em pânico, como em outras cidades brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador e Distrito Federal), é porque bandido tem medo do rotanzeiro. Os homens de preto (assim são conhecidos os militares) têm olhar de tigre, de justiça. Diferentemente de outras corporações, a Rotam impõe respeito, porque não se intimida diante de malfeitores, de latrocidas, de estupradores. Ao contrário, amedronta-os!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prossigamos com a lucidez de Lya Luft: “A bandidagem nos comanda, os direitos humanos não se preocupam com meu amigo assaltado, minha amiga ameaçada, meu vizinho seqüestrado. Preocupam-se com os seqüestradores, os assaltantes, os assassinos”. Conclusão, a propósito, bem diferente da a que André Petry chegou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja o argumento dele (chavão até mandar parar): “Os covardes que ameaçam e insultam anonimamente os membros da Comissão de Direitos Humanos de São Paulo precisam entender que o que realmente ajuda a combater a criminalidade não é tratar os criminosos como lixo humano. É dar-lhes a certeza da punição. Não é preciso torturá-los, arrancar-lhes os olhos, deixá-los dormir entre excrementos... Basta puni-los, com justiça e rigor. Só isso”. Note: “covardes” somos nós que prezamos pela Justiça; não os bandidos, que a dizimam, a reduzem a pó. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, ao que ele diz, respondo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - O Estado brasileiro já não serve de base para assuntos ligados aos princípios constitucionais (portanto, acusá-lo de omisso é chover no molhado!): o presidente viola todas as leis da ética, o Congresso Nacional é um nicho de sanguessugas (eles vão além das ambulâncias!), a Justiça é conivente com advogados canalhas, que vivem à custa das “brechas da lei”. Se bem que, em muitos casos, a distância entre advogado e canalha é mera questão de redundância... A invasão ao Congresso Nacional, por criminosos do MLST (na terça passada), é exemplo claro de que o Estado é, todo ele, partidarizado (deixou de ser instituição pública desde janeiro de 2003).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 – Esse argumento que, de tão vazio e insosso, impregnou nos discursos da maioria dos professores de Direito Penal, segundo o qual a pena não precisa ser “dura”, basta o criminoso ter certeza da punição, é risível. Cometem-se crimes, justamente porque a certeza dos bandidos é a impunidade, é a facilidade com que se violam os direitos humanos do cidadão honesto, do pai de família trabalhador, do negro, do pobre. Esse utópico raciocínio de que deve haver “certeza da punição” é cínico, falacioso, irreal. Nenhum bandido pensa nisso, quando mata alguém, quando estupra alguém, quando seqüestra alguém. A certeza dele é única: haverá advogados, cujo direito constitucional permite a defesa individual de qualquer pessoa; e haverá, ainda, para a alegria do meliante, defensores não oficiais, propagando a lenga-lenga dos direitos humanos: no caso, os ongueiros, muitos jornalistas, inúmeros professores, congressistas de esquerda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 – Parece-me que foi o ex-ministro do STF Nélson Jobim que deu a definição mais exata sobre presos no Brasil: desde 1988 (última reforma da Constituição), devido aos resquícios de ditadura, os congressistas foram pressionados a conceber o criminoso não de acordo com o que ele merece, mas como intocável e indivisível preso político. Por isso, arvoram-se vozes contra a tortura ao preso, atentado aos direitos humanos do preso. Gente, as décadas de 60 e 70 já passaram. Paremos com essa besteira de preso político. O preso brasileiro deve ser tratado como preso (não como militante guerrilheiro de esquerda, que queria tomar o poder das mãos dos militares!). Ele deve, portanto, ter o mesmo tratamento oferecido a qualquer preso no mundo (China e Cuba, nesse caso, são exceções: fuzilam qualquer indivíduo que ofereça resistência ao regime totalitário-comunista, indiscriminadamente).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De uma vez por todas: assassino é assassino aqui e em qualquer outro país. Não deve receber regalias do Estado, por pressão de ONGs partidárias, cuja receita se engorda com verbas públicas e com doações internacionais. Sem dúvida alguma, não se deve permitir violação de direitos humanos, principalmente porque quem não os respeita não pertence, mais, à esfera humana. Pelo que sei, bandido não pensa em meus direitos ao me assaltar, ao matar o meu amigo, ao seqüestrar um empresário. Eu é que não devo ser pressionado a respeitar as ações deles, como sugere o artigo de André Petry (a imprensa brasileira tem grande parcela de culpa nisso tudo: vive em lua de mel com transgressores da lei!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso, os meus cumprimentos ao trabalho da Rotam, não pela fama que lhe atribuem os próprios criminosos, de polícia que mata, mas pela maneira como combate o crime. Prova disso foi a operação desencadeada no último dia 27 na região Sudoeste de Goiânia pela equipe do tenente Arantes. Com um dos melhores serviços de inteligência do País, a Rotam desbaratou uma quadrilha de assaltantes à residência, que havia acumulado fortuna de 300 mil reais, à custa do trabalho honesto de muitas famílias (e ai daquele que ousasse triscar a mão na cara de um dos assaltantes: manifestações de apoio ao banditismo ecoariam de todos os lados!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Particularmente, confio muito mais no serviço de inteligência da Rotam do que no da polícia civil. Primeiro: os rotanzeiros não brincam de mocinho e bandido: fazem prevalecer o princípio constitucional do estrito cumprimento do dever legal. Bandido, se ousar ir para o confronto, sairá, na melhor das hipóteses, direto para o Hugo (Hospital de Urgência de Goiânia). Bandido tem de aprender que o Bem vence o Mal. Do lado do Mal, pelo menos em confrontos com a Rotam, as estatísticas de baixa não são nada animadoras para os fora da lei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo: onde a lei impera, a polícia é forte (o Rio de Janeiro é o melhor exemplo a não ser seguido: tome-se o caso do guitarrista Rodrigo Silva Netto, do grupo de rock Detonautas: rico, famoso e, nem por isso, imune à violência generalizada e assustadoramente cruel: foi detonado! A brutalidade dos bandidos não é seletiva: atinge-nos em qualquer camada social!). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lógico, ressalvas há (em Goiás, inclusive): o salário do policial militar é ridículo. Houve pequenos aumentos nesses últimos anos, mas nada que justifique o não-reconhecimento da atividade policial decente (nesse caso, fica difícil não associar salário baixo à corrupção policial).Sei, também, que há muitos criminosos dentro das corporações militares. Devem ser tratados como qualquer criminoso. Sem regalia. O fato é que, no caso da Rotam, se houver corrupção (todo agente público está exposto a isso), é muito pequena em relação ao que se assiste em outras corporações, como o Batalhão de Trânsito, cuja lista de espera para a entrada no quadro de profissionais é quilométrica, segundo alguns policiais que consultei aleatoriamente pela cidade. Será por que, hein!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lya Luft é que está certa: Goiânia deve ser vista lá fora, por quem a conhece, e aqui dentro, por quem a vive, como a cidade que ainda não permite o medo na cara das pessoas. Para continuar assim, o próximo governador deve priorizar, como nunca, o combate ao crime, por meio de instituições legais, aparelhar tecnologicamente o serviço de inteligência e reconhecer o trabalho sério desenvolvido pela Rotam. E olhe que os rotanzeiros não ganham nada a mais pelo que fazem. O salário deles é idêntico ao das simpáticas guardas que ajudam as pessoas a atravessarem a faixa de pedestre na Avenida Araguaia com a Avenida Paranaíba, no centro da cidade (trabalho louvável, diga-se a propósito!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todo mundo sabe que segurança pública deve ser estruturada dentro dos padrões sociais de cada comunidade e ter à frente um estrategista (de preferência, um secretário que não se limite à paz aterradora do gabinete burocrático). Em Goiás, felizmente, bandido ainda tem medo de polícia (se for a Rotam, então, nem se fala!). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso, nada mais justo do que o meu brinde à Rotam, pelo trabalho que desenvolve, competentemente, em Goiânia Que o estrito cumprimento do dever legal proteja os cidadãos honestos! Evoé, Lya Luft! Evoé, Rotam!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;P.S.: O assassinato do comerciante André Moisés Felipe Silva, na segunda-feira, 5, no Jardim Planalto, não deve manchar esta homenagem que faço à Rotam. Caríssimo tenente Arantes, tome providências urgentemente! Que a impunidade naquela região não me faça reescrever este artigo para o próximo domingo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:professorcleiton@yahoo.com.br"&gt;professorcleiton@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504174141368496?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504174141368496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504174141368496&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504174141368496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504174141368496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/um-brinde-rotam-artigo.html' title='Um brinde à Rotam (ARTIGO)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504108829712044</id><published>2006-08-08T05:35:00.000-07:00</published><updated>2006-11-08T05:41:32.413-08:00</updated><title type='text'>O papel do revisor de jornal (ARTIGO)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Assaltaram a gramática / Assassinaram a lógica / Meteram poesia onde devia e não devia...” (Paralamas do Sucesso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas Redações de jornal, existem dois tipos de revisor: o editor (ou manda-chuva) e o caçador de “erros” gramaticais (ou pau-mandado). O primeiro pode ser as duas coisas; o segundo, não! (Por gentileza, micreiros de plantão, não mexam na minha sintaxe, tampouco na minha pontuação!).&lt;br /&gt;Explico: o editor cuida, basicamente, do conteúdo; o caçador de “erros”, da forma (parte material da linguagem). Ambos se propõem à qualidade do texto gramática e ideologicamente. Com um pequeno detalhe: quem revisa a parte gramatical impõe a estilística que melhor lhe convier (esquece, por assim dizer, o espírito de &lt;em&gt;ghost-writer&lt;/em&gt;). Ao jornal, cabe discutir a padronização do estilo.&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Folha&lt;/strong&gt; tem o seu manual de redação. Como o &lt;strong&gt;Estadão&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Correio Braziliense&lt;/strong&gt;. A intenção desses jornais é dar cara singular ao veículo, além de orientar novos jornalistas sobre o estilo que deve prevalecer nas Redações (frise-se: em reportagens). Isso é mérito. Não discordo da prática. Aliás, uma inteligente maneira de construir a identidade do jornal.&lt;br /&gt;Agora, vem a tragédia: os jornais carecem, aqui em Goiás, de bons revisores. Mandei, há alguns meses, ao jornal &lt;strong&gt;O Popular&lt;/strong&gt;, críticas sobre (in)construções gramaticais da capa. Por quê? Porque o jornal mantém uma coluna às segundas-feiras sobre “outras do Português”, do pianista metido a gramático Wolney Unes. Ele nem sequer se deu conta da função da coluna dele naquele espaço. O jornal não teve discernimento para descobrir o que uma coluna dessas contribui para a qualidade dos textos.&lt;br /&gt;Na época, recebi como resposta a explicação cretina dos não especialistas (não uso hífen aí, micreiros!). Wolney Unes me mandou um emeio, segundo o qual &lt;strong&gt;O Popular&lt;/strong&gt; aboliu a figura do revisor, porque acredita no potencial de seus jornalistas. Que piada de mau-gosto! A formação que esse pessoal recebe na faculdade é péssima (por culpa exclusiva deles!).&lt;br /&gt;Dei aula na Faculdade de Comunicação da UFG entre 2002 e 2004 de Expressão Oral e Escrita. Sinceramente, raros (raríssimos, para ser sincero!) foram os alunos que fugiram do trivial. O restante, como não podia ser diferente, limitava-se ao feijão com arroz (deixar por conta dessa gente o rigor da redação é covardia!).&lt;br /&gt;As faculdades de Letras (como as da UFG e da UnB) também têm parcelas fortíssimas de culpa. Formam professores de Português que abominam os estudos sobre gramática (o grave é que muitos deles se propõem a revisar jornais depois de formados). Fazem isso não por opção, mas por ignorância. Passam quatro anos das suas vidas estudando recortes de livros de Lingüística, depois saem cuspindo por aí o que nem os próprios professores deles sabem.&lt;br /&gt;Duvido de que os alunos do 4º de Letras da UFG e da UnB (e de todas as outras faculdades públicas ou privadas) leram, por completo, Mattoso Camara, Francisco da Silva Borba, Antenor Nascentes, Rocha Lima, Evanildo Bechara e o mestre-maior Said Ali (filólogos indispensáveis aos estudos gramaticais). E olhe que não estou sendo maldoso (falo de autores brasileiros). Saussure, então, nem pensar. Lêem “para compreender Saussurre” (é cômodo, confortável, prático). Nunca tiveram a curiosidade de ler as páginas do &lt;em&gt;Curso de Lingüística Geral&lt;/em&gt;, por dois motivos: preguiça e incompetência (o termo é usado como o oposto da competência chomyskiana, quase antônimo de estímulo).&lt;br /&gt;Agora, tenho plena certeza de que esses alunos profetizam &lt;em&gt;Preconceito Lingüístico&lt;/em&gt;, de Marcos Bagno, como o &lt;em&gt;Alcorão&lt;/em&gt; da linguagem moderna, inovadora, marxista. Afora uma ou outra sacada de Bagno, esse livro é tão equivocado como o monstrengo &lt;em&gt;Não erre mais!&lt;/em&gt;, de Luiz Antônio Sacconi. A propósito, Bagno e Sacconi são dois extremos do mesmo equívoco: este, pelo excesso de gramatiquice; aquele, pela libertinagem lingüística.&lt;br /&gt;Na edição 1615 do &lt;strong&gt;Opção&lt;/strong&gt; (www.jornalopcao.com.br), o Zé Maria (eta intimidade!) publicou um texto meu, intitulado &lt;em&gt;Um brinde à Rotam&lt;/em&gt;. Sinceramente, depois de editado, ficou irreconhecível. Houve intervenção dos revisores de toda a natureza: lingüística, gramatical e o mais grave: estilística. Impuseram o estilo que não é meu, posicionamentos sobre regras de gramática de que não sou partidário. Enfim, burlaram a regra fundamental do revisor de verdade: ter conhecimento de causa, quando o assunto é a palavra.&lt;br /&gt;Mas nem tudo está perdido. Existe uma boa maneira de se tornar revisor: ler mais, esquecer balelas dos cursos de Letras, idéias mirabolantes dos cursos de Comunicação, discernir o que é Gramática do que é Estilística. Como sou bonzinho, cito um livrinho importantíssimo para quem se limita a ler apenas &lt;em&gt;A língua de Eulália&lt;/em&gt;, como se fosse o &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt; dos tempos modernos: &lt;em&gt;Estilística da Língua Portuguesa&lt;/em&gt;, do professor Rodrigues Lapa (lição precípua de gramática e estilística).&lt;br /&gt;Depois da leitura desse livro, o candidato a revisor vai aprender que o ponto-e-vírgula tem mais funções do que supõe a nossa péssima filosofia. E que a retirada dele (como o “E” do início desta frase) prejudica a intenção do texto. Em muitos casos, o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;significante&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; é o próprio &lt;strong&gt;&lt;em&gt;significado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (leiam Saussure, meus filhos!).&lt;br /&gt;Das mexidas que houve em meu texto, a que mais me deixou indignado foi a concordância da passiva sintética. Por exemplo: vendem-se casas, compram-se imóveis. Nem mesmo outro guru cultuado nas faculdades de Letras, Sírio Possenti, abriria mão desse tipo de concordância (consultem a bíblia dele, adotada pelos professores, por exemplo, do Cepae da UFG: &lt;em&gt;Por que (não) ensinar gramática na escola?&lt;/em&gt;). Somente Marcos Bagno levanta o assunto e assume as (ir)responsabilidades de escrever “vende-se casas”, “aluga-se imóveis” (está lá no &lt;em&gt;Preconceito Lingüístico&lt;/em&gt;, manual esquerdóide dos deslumbrados).&lt;br /&gt;Por tudo isso, deixo claro ao leitor que deparou com o meu texto sobre a Rotam, que não escrevi “comete-se crimes”, “se coage cidadãos”. Foram os micreiros, eles próprios (e aqui vale a ressalva: em artigo jornalístico, a liberdade estilística é considerada consenso; na &lt;strong&gt;Folha&lt;/strong&gt;, permite-se, até, a mesóclise, desde que não seja em textos noticiosos).&lt;br /&gt;Não quero ofender, de maneira alguma, quem quer que seja. Mas dou-me o direito de responder a tudo o que me prejudica publicamente. As revisões (?) que fizeram no meu texto depõem contra mim. Afinal de contas, sou professor de Português. E honro as calças que visto. Há braços!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Se quiserem polemizar, contem comigo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;professorcleiton@yahoo.com.brwww.professorcleiton.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504108829712044?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504108829712044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504108829712044&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504108829712044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504108829712044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/o-papel-do-revisor-de-jornal-artigo.html' title='O papel do revisor de jornal (ARTIGO)'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504055313424987</id><published>2006-08-08T05:34:00.001-07:00</published><updated>2006-08-08T05:35:53.136-07:00</updated><title type='text'>O MEU CORPO PARECE UMA BOMBA-RELÓGIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Devo explodir daqui a alguns segundos; ou não! Estou farto do alcoolismo. Não consigo raciocinar direito. Levanto pensando em beber. Deito com excesso etílico no sangue. Acordo triste. Mesmo assim, procuro sempre o caminho tortuoso da cachaça. Imagino se, em vez de sair à procura desesperada por embriaguez, pusesse-me a desmascarar algumas coisas que me rodeiam, ficaria mais feliz. Farto. Estou farto de tudo. Por isso, escrevo aleatoriamente. Não quero pensar nas conseqüências do que sai aqui. Tinha de escrever hoje. Encontrei este espaço. E pronto. Tasquei o texto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504055313424987?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504055313424987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504055313424987&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504055313424987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504055313424987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/o-meu-corpo-parece-uma-bomba-relgio.html' title='O MEU CORPO PARECE UMA BOMBA-RELÓGIO'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504048595870082</id><published>2006-08-08T05:34:00.000-07:00</published><updated>2006-08-08T05:34:45.960-07:00</updated><title type='text'>CURSO DE REVISOR DE TEXTOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Meus queridos amigos, montei um curso especial para quem se interessa por correção de textos. A primeira turma será em Taguatinga, DF. Depois, virei para Goiânia. Aviso o lugar, a data e o preço. Grande abraço.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504048595870082?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504048595870082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504048595870082&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504048595870082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504048595870082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/curso-de-revisor-de-textos.html' title='CURSO DE REVISOR DE TEXTOS'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504043527295493</id><published>2006-08-08T05:33:00.000-07:00</published><updated>2006-08-08T05:33:55.273-07:00</updated><title type='text'>ESPEREM, QUE LÁ VEM BOMBA!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tive alguns problemas para publicar textos neste espaço. Mas, comunico-lhes que, de agora em diante, teremos bons e maus momentos de reflexão aqui. Aguardem. Grande abraço.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504043527295493?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504043527295493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504043527295493&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504043527295493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504043527295493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/esperem-que-l-vem-bomba.html' title='ESPEREM, QUE LÁ VEM BOMBA!'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32390834.post-115504036791507612</id><published>2006-08-08T05:29:00.000-07:00</published><updated>2006-08-08T05:32:47.926-07:00</updated><title type='text'>A CRIMINALIZAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Estado brasileiro já deixou de ser público faz uns anos. Hoje, e isso é gravíssimo, o Estado brasileiro é partidarizado. Pertence aos porões do PT. Articula-se de acordo com as orientações do Foro de São Paulo. É orientado por minorias que induzem pessoas inocentes a erros de existência... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32390834-115504036791507612?l=professorcleiton.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professorcleiton.blogspot.com/feeds/115504036791507612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32390834&amp;postID=115504036791507612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504036791507612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32390834/posts/default/115504036791507612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professorcleiton.blogspot.com/2006/08/criminalizao-do-estado-brasileiro.html' title='A CRIMINALIZAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO'/><author><name>Cleiton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09003439098076676838</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_hQCBIxtCXBI/SXD6-5CcrFI/AAAAAAAAABw/_zZo-IC_FGc/S220/Rosto+e+viol%C3%A3o.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
